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10 cursos online e gratuitos oferecidos por universidades do Brasil


Olá pessoal!

Compartilhando com vocês um artigo do site Catraca Livre num assunto que pode te interessar.

Veja a seguir a publicação:

2016 será o ano do foco nos estudos. Pelo menos, foi o que você prometeu no Reveillon, não é mesmo?! Para concretizar sua promessa, indicamos 10 cursos onlines e totalmente gratuitos que universidades brasileiras estão oferecendo.

Confira abaixo:

  • Probabilidade e Estatística

Curso oferecido pela USP (Universidade de São Paulo) e destaca a matemática como ciência do raciocínio lógico e abstrato. 20 aulas divididas em 60h de duração.Saiba mais.

business-worth

  • Como Organizar o Orçamento Familiar

Curso oferecido pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) e tem o objetivo de ajudar no planejamento financeiro da família. O curso tem 12 horas de duração. Saiba mais.

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  • O Empreendedorismo e as Competências do Empreendedor

Curso oferecido pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Ele aborda as habilidades e competências que o empreendedor deve criar e desenvolver. O aluno deve ter uma dedicação de 10 a 12 horas durante as sete semanas de curso.Saiba mais.

ENGRENAGEM

  • Física Básica 

Curso oferecido pela USP (Universidade de São Paulo). Compreende o estudo e análise do movimento e repouso dos corpos, sua evolução no tempo e seus deslocamentos. São 26 aulas, num total de 60 horas. Saiba mais.

exercicio de fisica

  • Internetês

Curso oferecido pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Ele disponibiliza diversas aulas online gratuitas na plataforma e-Unicamp. A aula em vídeo “Internetês”, por exemplo, fala sobre os diferentes tipos de linguagem e a forma como podem mudar a língua portuguesa. Saiba mais.

internetes

  • Psicologia da Educação

Curso oferecido pela Unesp (Universidade Estadual Paulista). Apresenta fundamentos das principais teorias psicológicas e possibilidades da psicanálise na educação. Saiba mais.

psicologia educacional

  • Libras

Curso oferecido pela Unisinos (Universidade do Vale do Rio dos Sinos). Ele ensina noções básicas da língua brasileira de sinais. São 30 horas de duração, divididas em oito aulas. Saiba mais.

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  • Bioenergética

Curso oferecido pela UnB (Universidade de Brasília). Os alunos estudarão os organismos vivos e suas transformações, em 60 horas de duração, divididas em 15 aulas. Saiba mais.

maos e planta

  • Buraco negro: quem veio primeiro?

Em uma entrevista com o professor João Steiner, o físico explica a origem dos buracos negros e fala de diversos estudos sobre o assunto. O vídeo está disponível na plataforma e-aulas USP, que oferece diversas aulas gratuitas. Saiba mais.

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  • Ciência Política

Curso oferecido pela USP (Universidade de São Paulo). Ele aborda os sistemas e processos políticos. As aulas têm duração de 60h, divididas em nove aulas. Saiba mais.

Credit:Snezana NegovanovicE+Getty Images

Credit:Snezana NegovanovicE+Getty Images

A educação no Brasil


Olá pessoal!

Quero compartilhar com vocês um artigo do site http://brasilescola.uol.com.br/.

Antes de inserir o conteúdo do artigo gostaria de expressar meus agradecimentos pessoais a Deus que me permitiu dar a minha contribuição na área de ensino através da minha experiência, conhecimentos, estudos e vivências com pessoas e instituições.

O artigo fala sobre a importância de, apesar de estar evoluindo (tudo evolui, mesmo que a pequenos passos), são necessárias mudanças e atitudes capazes de transformar a educação no Brasil como forma de modificar o meio, sendo ações de preparação, planejamento e realização importantes para a implantação de um plano mais moderno para país, a fim de que as próximas gerações possam estar preparados para uma nova realidade.

Como já dizia o eterno mestre Paulo Freire:

Transformar o Mundo: “Se, na verdade, não estou no mundo para simplesmente a ele me adaptar, mas para transformá-lo; se não é possível mudá-lo sem um certo sonho ou projeto de mundo, devo usar toda possibilidade que tenha para não apenas falar de minha utopia, mas participar de práticas com ela coerentes.”

 Espero que gostem do artigo! Leia a seguir:

Espera-se que a educação no Brasil resolva, sozinha, os problemas sociais do país. No entanto, é preciso primeiro melhorar a formação dos docentes, visto que o desenvolvimento dos professores implica no desenvolvimento dos alunos e da escola.

Ao propor uma reflexão sobre a educação brasileira, vale lembrar que só em meados do século XX o processo de expansão da escolarização básica no país começou, e que o seu crescimento, em termos de rede pública de ensino, se deu no fim dos anos 1970 e início dos anos 1980.

Com isso posto, podemos nos voltar aos dados nacionais:

O Brasil ocupa o 53º lugar em educação, entre 65 países avaliados (PISA). Mesmo com o programa social que incentivou a matrícula de 98% de crianças entre 6 e 12 anos, 731 mil crianças ainda estão fora da escola (IBGE). O analfabetismo funcional de pessoas entre 15 e 64 anos foi registrado em 28% no ano de 2009 (IBOPE); 34% dos alunos que chegam ao 5º ano de escolarização ainda não conseguem ler (Todos pela Educação); 20% dos jovens que concluem o ensino fundamental, e que moram nas grandes cidades, não dominam o uso da leitura e da escrita (Todos pela Educação). Professores recebem menos que o piso salarial (et. al., na mídia).

Frente aos dados, muitos podem se tornar críticos e até se indagar com questões a respeito dos avanços, concluindo que “se a sociedade muda, a escola só poderia evoluir com ela!”. Talvez o bom senso sugerisse pensarmos dessa forma. Entretanto, podemos notar que a evolução da sociedade, de certo modo, faz com que a escola se adapte para uma vida moderna, mas de maneira defensiva, tardia, sem garantir a elevação do nível da educação.

Logo, agora não mais pelo bom senso e sim pelo costume, a “culpa” tenderia a cair sobre o profissional docente. Dessa forma, os professores se tornam alvos ou ficam no fogo cruzado de muitas esperanças sociais e políticas em crise nos dias atuais. As críticas externas ao sistema educacional cobram dos professores cada vez mais trabalho, como se a educação, sozinha, tivesse que resolver todos os problemas sociais.

Já sabemos que não basta, como se pensou nos anos 1950 e 1960, dotar professores de livros e novos materiais pedagógicos. O fato é que a qualidade da educação está fortemente aliada à qualidade da formação dos professores. Outro fato é que o que o professor pensa sobre o ensino determina o que o professor faz quando ensina.

O desenvolvimento dos professores é uma precondição para o desenvolvimento da escola e, em geral, a experiência demonstra que os docentes são maus executores das ideias dos outros. Nenhuma reforma, inovação ou transformação – como queira chamar – perdura sem o docente.

É preciso abandonar a crença de que as atitudes dos professores só se modificam na medida em que os docentes percebem resultados positivos na aprendizagem dos alunos. Para uma mudança efetiva de crença e de atitude, caberia considerar os professores como sujeitos. Sujeitos que, em atividade profissional, são levados a se envolver em situações formais de aprendizagem.

Mudanças profundas só acontecerão quando a formação dos professores deixar de ser um processo de atualização, feita de cima para baixo, e se converter em um verdadeiro processo de aprendizagem, como um ganho individual e coletivo, e não como uma agressão.

Certamente, os professores não podem ser tomados como atores únicos nesse cenário. Podemos concordar que tal situação também é resultado de pouco engajamento e pressão por parte da população como um todo, que contribui à lentidão. Ainda sem citar o corporativismo das instâncias responsáveis pela gestão – não só do sistema de ensino, mas também das unidades escolares – e também os muitos de nossos contemporâneos que pensam, sem ousar dizer em voz alta, “que se todos fossem instruídos, quem varreria as ruas?”; ou que não veem problema “em dispensar a todos das formações de alto nível, quando os empregos disponíveis não as exigem”.

Enquanto isso, nós continuamos longe de atingir a meta de alfabetizar todas as crianças até os 8 anos de idade e carregando o fardo de um baixo desempenho no IDEB. Com o índice de aprovação na média de 0 a 10, os estudantes brasileiros tiveram a pontuação de 4,6 em 2009. A meta do país é de chegar a 6 em 2022.

Eliane da Costa Bruini
Colaboradora Brasil Escola
Graduada em Pedagogia
Pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo – UNISAL

 

Alavanca Social ministra palestra para alunos da Pós-graduação da FespSP


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Olá pessoal,

Esta semana tive a honra de poder ministrar uma palestra para alunos da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP. Este evento faz parte de nosso projeto PALESTRAS ACADÊMICAS, aberta a Instituições de Ensino Superior de forma gratuita, com o objetivo de compartilhar informações sobre o universo do Terceiro Setor.

O convite foi feito pela Prof. Maria Cristina Barboza, responsável pela disciplina Captação de Recursos e Parcerias do curso de pós-graduação Gestão de Serviços da Informação. O tema apresentado envolveu aspectos introdutórios da captação de recursos no Brasil, além de cases de organizações de sucesso e modelos de captação eficientes no país.

O ponto forte foi a interação dos alunos durante o evento, com perguntas sobre o tema e como utilizar métodos de captação de recursos e parcerias em atuações nas comunidades onde residem.

A palestra teve a duração de 3 horas e foi realmente muito agradável e descontraída.

Agradecimentos à FESP e à Prof Cristina pelo convite e possibilidade de compartilharmos nossos conhecimentos.

Um forte abraço a todos!

Curso do Terceiro Setor na Unianchieta Jundiaí


   

A Alavanca Social, em parceria com o Centro Universitário Padre Anchieta – Unianchieta, estará ministrando o curso de extensão:  GESTÃO SOCIAL: A ORGANIZAÇÃO COMO FERRAMENTA DE SUCESSO NO TERCEIRO SETOR, o qual procura transmitir melhores práticas de Gestão nesta área, bem como alguns modelos que podem ser utilizados nas ações em Organizações sem Fins Lucrativos.

Uma ótima oportunidade para quem deseja ampliar a visão em áreas de gestão.

Acesse www.anchieta.br e faça sua inscrição! Ainda com vagas disponíveis!

Veja a seguir as informações sobre o curso:

Nome do curso:
Gestão Social: A Organização como ferramenta de sucesso no terceiro setor
Área relacionada:
Todas as áreas de conhecimento com ênfase em terceiro setor
Objetivo:
Demonstrar a importância da Gestão na Realização de todos os processos dentro das Organizações Sem fins Lucrativos.
Público-Alvo:
Gestores, Profissionais do 3° Setor, Colaboradores de Organizações do 3° setor e pessoas interessadas no tema.
Docente:
Prof. Esp. Marcelo Rachid de Paula
Carga Horária:
12h (3 períodos de 4 horas)
Período de Realização: 23 e 30 de junho de 2012
07 de julho de 2012
Horários: 08h às 12h
Investimento: R$ 89,00
Local:
Campus Prof. Pedro Fornari
Informações:
            (11) 4527-3444       Ramais: 4492 e 4509
E-mail: extensao@anchieta.br

INSCREVA-SE!  Não perca esta oportunidade!

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