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Os estados onde há mais alunos repetentes no ensino médio


Olá pessoal, tudo bem?

Hoje vamos compartilhar com vocês uma estatística marcante em algumas regiões do Brasil, publicada por Valéria Bretas da Revista Exame.com.

É triste ver que em plena evolução tecnológica e também de aspectos estruturais/didáticos, ainda hajam situações como esta.

Leiam o artigo e vejam as diferenças nos resultados relacionados ao ensino médio em todo o país:

imagem educação

No Brasil, a quantidade de estudantes que ficam para trás no ano letivo somava 12,1% em 2014, o último balanço atualizado sobre o assunto.

Isso significa que cerca de 996 mil alunos matriculados no ensino médio em escolas públicas ou privadas estavam cursando a mesma série que frequentaram no ano anterior.

Os dados são do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).

Esses números apontam para uma trites realidade uma vez que quem perde com isso são os próprios jovens.

No Mato Grosso, a gravidade é ainda maior. No estado , mais de 21% dos 159,6 mil estudantes do ensino médio são repetentes e 12,4% abandonaram os estudos no meio do ano letivo.

Neste cenário, quem segue em segundo lugar é o estado de Mato Grosso do Sul, com quase 18% de alunos que reprovaram um ano.

Com o cursor, navegue pelo mapa abaixo para ver onde a reprovação no ensino médio é mais grave – as cores mais escuras indicam onde a taxa é maior.

Confira a tabela com o percentual de alunos que repetiram ou abandonaram a escola em 2014.

Ranking Estados % de alunos reprovados no Ens. Médio % de abandono no Ens. Médio % de alunos reprovados no Ens. Fundamental % de abandono no Ens. Fundamental
MT 21,4 12,4 2,5 0,7
MS 17,6 8,2 12,8 2,1
RN 17,2 10 14,3 3,5
ES 16,5 6,8 11 1,4
RS 16 7,9 11,1 1,2
BA 15,9 10 14,4 4,5
SE 15,1 13,6 16,8 4,4
DF 14,9 5,2 10 1,2
AP 14,3 12,6 10,7 2,9
10º SC 13,8 6,5 6,3 0,5
11º RJ 13,7 5,6 11,7 1,7
12º RR 13,4 8,3 8,2 2,4
13º TO 12,5 8,1 9,5 1,7
14º AC 12,5 10,5 7,2 2,7
15º RO 12,3 9,3 10,2 2,4
16º PR 12,3 6,8 8,5 1,3
17º PA 12,1 16,1 12,4 4,4
18º AL 11,8 13,9 13,2 5,7
19º MA 11,5 9,8 8,5 3,3
20º MG 11,3 7,5 5,2 1,3
21º SP 10,7 4,2 4,1 0,9
22º PB 9,8 12,7 10,6 4,7
23º GO 9,7 5,8 5,6 1,5
24º PE 8,9 3,2 10,7 2,8
25º PI 8,6 13,7 12,4 3
26º AM 7,4 12,2 7,7 4,3
27º CE 7,1 7,9 5,9 1,8

Hoje inicia-se o ciclo de Palestras Acadêmicas (Evento Gratuito)


imagem palestra academica drummond

Olá pessoal!

Todo ano, a partir do mês de março até dezembro, o Instituto Sabedoria, em parceria com a Alavanca Social, realiza o projeto Palestras Acadêmicas. Este projeto faz parte de nossas ações de Responsabilidade Social.

Trata-se da participação espontânea de pessoas ou parceiros ligados aos projetos de ambos para a realização de palestras em meios acadêmicos (faculdades, universidades e outras instituições de ensino), sendo estes eventos gratuitos quando realizados nestes ambientes e em distâncias até 100 km de nossa base de origem (acima desta distância recomenda-se entrar em Contato)

banner-palestras

Os assuntos, em sua grande maioria, estão relacionados ao Terceiro Setor ou áreas correlacionadas, sendo seu principal objetivo transmitir informações e compartilhar conhecimentos com alunos e professores nesta tema, tão importante para pessoas, comunidades e sociedade em geral.

Para conhecerem um pouco mais sobre o projeto acessem o site da Alavanca Social.

Esperamos vocês em nossos cursos e eventos.

Saiba os assuntos que serão pauta na Educação brasileira em 2016


educação brasileira

Do Todos Pela Educação

Após um ano bastante tumultuado política e economicamente no Brasil, no qual a Educação foi uma das áreas mais afetadas pelas mudanças, 2016 começa com alguns temas que merecem atenção especial. Abaixo, veja uma lista com os principais assuntos que devem permear a Educação brasileira neste ano.

Emenda Constitucional 59
A EC 59, aprovada novembro de 2009 pelo Congresso, ampliou a faixa etária em que a matrícula na Educação Básica deve ser obrigatória: dos 4 aos 17 anos. O prazo para todos os municípios se adequarem encerra-se em 2016.

Para saber mais sobre a emenda, clique aqui. 

Base Nacional Comum
De acordo com os prazos intermediários do Plano Nacional de Educação (PNE), em vigor desde 2014, o Brasil tem até 24 de junho para divulgar sua base nacional comum curricular, que vai assegurar que todo estudante brasileiro, em todas as regiões do país, tenha garantido o acesso à aprendizagem de conhecimentos fundamentais, promovendo equidade e maior coerência em todo o sistema educacional. O prazo para contribuições termina no dia 15 de março.

Para saber mais sobre a Base, clique aqui.

CAQi
Considerado fundamental para a implementação de quase todas as metas do PNE, o Custo Aluno-Qualidade inicial (CAQi) deve ser implantado até 24 de junho.

Para saber mais sobre o CAQi, clique aqui.

SNE
A definição do  Sistema Nacional de Educação (SNE) em lei específica também acaba em junho, assim como a base e o CAQi. O objetivo do sistema é trazer mais equidade para a Educação brasileira.

Para saber mais sobre o SNE, clique aqui.

Ideb
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) vai de zero a dez e seu cálculo leva em conta a aprendizagem dos alunos, avaliada pela Prova Brasil e pelo Saeb, e o fluxo escolar. Assim, é possível atribuir o índice a escolas, redes, municípios, estados e ao País como um todo. O Ideb é divulgado de dois em dois anos.

Para saber mais, clique aqui. 

Eleições
Neste ano, os brasileiros votam para prefeito e vereadores. O primeiro turno está marcado para o dia 2 de setembro e o segundo, apenas para cidades com mais de 200 mil eleitores, será no dia 30 do mesmo mês. Pela Constituição, os municípios são obrigados a garantir o acesso à Educação Infantil em creches e pré-escolas e ao Ensino Fundamental, prioritariamente nos anos inciais.

Para saber mais sobre as eleições 2016, clique aqui. 

Pisa
Divulgados de três em três anos, os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) servem para medir a aprendizagem de jovens de 15 anos, ao fim da Educação Básica, em diversos países. O exame é realizado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mas cada país tem um órgão local responsável pela sua aplicação – no Brasil, a responsabilidade é do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). De acordo com o governo federal, 33 mil estudantes brasileiros, distribuídos em 965 escolas, participaram da edição aplicada no ano passado.

O Pisa avalia as competências em leitura, matemática e ciências. A cada edição, uma área recebe mais atenção – em 2015, foi ciências. Além disso, novos temas foram incorporados à prova: competência financeira e resolução colaborativa de problemas. Os resultados devem ser divulgados em dezembro.

Para saber mais sobre o Pisa, clique aqui, 

A educação no Brasil


Olá pessoal!

Quero compartilhar com vocês um artigo do site http://brasilescola.uol.com.br/.

Antes de inserir o conteúdo do artigo gostaria de expressar meus agradecimentos pessoais a Deus que me permitiu dar a minha contribuição na área de ensino através da minha experiência, conhecimentos, estudos e vivências com pessoas e instituições.

O artigo fala sobre a importância de, apesar de estar evoluindo (tudo evolui, mesmo que a pequenos passos), são necessárias mudanças e atitudes capazes de transformar a educação no Brasil como forma de modificar o meio, sendo ações de preparação, planejamento e realização importantes para a implantação de um plano mais moderno para país, a fim de que as próximas gerações possam estar preparados para uma nova realidade.

Como já dizia o eterno mestre Paulo Freire:

Transformar o Mundo: “Se, na verdade, não estou no mundo para simplesmente a ele me adaptar, mas para transformá-lo; se não é possível mudá-lo sem um certo sonho ou projeto de mundo, devo usar toda possibilidade que tenha para não apenas falar de minha utopia, mas participar de práticas com ela coerentes.”

 Espero que gostem do artigo! Leia a seguir:

Espera-se que a educação no Brasil resolva, sozinha, os problemas sociais do país. No entanto, é preciso primeiro melhorar a formação dos docentes, visto que o desenvolvimento dos professores implica no desenvolvimento dos alunos e da escola.

Ao propor uma reflexão sobre a educação brasileira, vale lembrar que só em meados do século XX o processo de expansão da escolarização básica no país começou, e que o seu crescimento, em termos de rede pública de ensino, se deu no fim dos anos 1970 e início dos anos 1980.

Com isso posto, podemos nos voltar aos dados nacionais:

O Brasil ocupa o 53º lugar em educação, entre 65 países avaliados (PISA). Mesmo com o programa social que incentivou a matrícula de 98% de crianças entre 6 e 12 anos, 731 mil crianças ainda estão fora da escola (IBGE). O analfabetismo funcional de pessoas entre 15 e 64 anos foi registrado em 28% no ano de 2009 (IBOPE); 34% dos alunos que chegam ao 5º ano de escolarização ainda não conseguem ler (Todos pela Educação); 20% dos jovens que concluem o ensino fundamental, e que moram nas grandes cidades, não dominam o uso da leitura e da escrita (Todos pela Educação). Professores recebem menos que o piso salarial (et. al., na mídia).

Frente aos dados, muitos podem se tornar críticos e até se indagar com questões a respeito dos avanços, concluindo que “se a sociedade muda, a escola só poderia evoluir com ela!”. Talvez o bom senso sugerisse pensarmos dessa forma. Entretanto, podemos notar que a evolução da sociedade, de certo modo, faz com que a escola se adapte para uma vida moderna, mas de maneira defensiva, tardia, sem garantir a elevação do nível da educação.

Logo, agora não mais pelo bom senso e sim pelo costume, a “culpa” tenderia a cair sobre o profissional docente. Dessa forma, os professores se tornam alvos ou ficam no fogo cruzado de muitas esperanças sociais e políticas em crise nos dias atuais. As críticas externas ao sistema educacional cobram dos professores cada vez mais trabalho, como se a educação, sozinha, tivesse que resolver todos os problemas sociais.

Já sabemos que não basta, como se pensou nos anos 1950 e 1960, dotar professores de livros e novos materiais pedagógicos. O fato é que a qualidade da educação está fortemente aliada à qualidade da formação dos professores. Outro fato é que o que o professor pensa sobre o ensino determina o que o professor faz quando ensina.

O desenvolvimento dos professores é uma precondição para o desenvolvimento da escola e, em geral, a experiência demonstra que os docentes são maus executores das ideias dos outros. Nenhuma reforma, inovação ou transformação – como queira chamar – perdura sem o docente.

É preciso abandonar a crença de que as atitudes dos professores só se modificam na medida em que os docentes percebem resultados positivos na aprendizagem dos alunos. Para uma mudança efetiva de crença e de atitude, caberia considerar os professores como sujeitos. Sujeitos que, em atividade profissional, são levados a se envolver em situações formais de aprendizagem.

Mudanças profundas só acontecerão quando a formação dos professores deixar de ser um processo de atualização, feita de cima para baixo, e se converter em um verdadeiro processo de aprendizagem, como um ganho individual e coletivo, e não como uma agressão.

Certamente, os professores não podem ser tomados como atores únicos nesse cenário. Podemos concordar que tal situação também é resultado de pouco engajamento e pressão por parte da população como um todo, que contribui à lentidão. Ainda sem citar o corporativismo das instâncias responsáveis pela gestão – não só do sistema de ensino, mas também das unidades escolares – e também os muitos de nossos contemporâneos que pensam, sem ousar dizer em voz alta, “que se todos fossem instruídos, quem varreria as ruas?”; ou que não veem problema “em dispensar a todos das formações de alto nível, quando os empregos disponíveis não as exigem”.

Enquanto isso, nós continuamos longe de atingir a meta de alfabetizar todas as crianças até os 8 anos de idade e carregando o fardo de um baixo desempenho no IDEB. Com o índice de aprovação na média de 0 a 10, os estudantes brasileiros tiveram a pontuação de 4,6 em 2009. A meta do país é de chegar a 6 em 2022.

Eliane da Costa Bruini
Colaboradora Brasil Escola
Graduada em Pedagogia
Pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo – UNISAL

 

Instituto Sabedoria inaugura um novo formato de cursos: Você escolhe e nós criamos


your_choice

Bom dia pessoal!

Não me canso de procurar novas alternativas. Cada acontecimento, fatos e resultados é motivo para pensar em fazer de uma forma diferente, sempre como meio de colaborar com a capacitação e aprendizado de pessoas, empresas e organizações sociais. Desta vez idealizamos o projeto “SUA ESCOLHA” ou em inglês “YOUR CHOICE”O que vem a ser? Veja a seguir:

about_us

Este projeto, apesar de não ser inédito aqui no Instituto Sabedoria, foi baseado numa ideia criada internamente chamado de ÚNICO SABER, cujo principal objetivo é privilegiar a todos os interessados com o poder da escolha do que desejam aprender.

Os cursos do Instituto Sabedoria são a nossa paixão e poder compartilhar conhecimentos e informações para pessoas, empresas e organizações sociais são nossa principal missão.

escolhas pessoais

Seja em áreas de Criação, Planejamento, Administração, Gestão, Elaboração de Projetos, Captação de Recursos, Parcerias, Voluntariado ou outras que se apresentem, nossa crescente preocupação é a de mantê-los sempre atualizados e com conteúdos especialmente preparados para que possam extrair o máximo de conhecimentos que façam a diferença em suas vidas, sejam pessoais ou profissionais.

Nossa premissa é a de não pulverizar as informações, evitando criar cursos que deixem dúvidas nos alunos, no mínimo eles são idealizados para despertar o entendimento do assunto e a curiosidade em buscar se aprofundar no tema. A ideia sempre é a criar eventos que possam trazer os conhecimentos que as pessoas e organizações desejam, a fim de estarem capacitadas para as tarefas através de assuntos dirigidos às suas necessidades, só que num padrão fixo em sua grade e conteúdos, sendo atualizados periodicamente para estarem sempre com as melhores informações.

Hand pointing at a choices illustration on blue background.

“SUA ESCOLHA”

A partir de 2016, vamos manter esta linha, mas também criar uma inteiramente nova.

Este novo modelo irá ter duas grades de cursos e possibilidades: cursos e eventos direcionados ao terceiro setor, que fazem parte de nosso DNA, e também uma grade com cursos de outras áreas da economia e interesse, porém, como uma sensível novidade, eles serão criados desenvolvidos de acordo com temas, assuntos e necessidades escolhidos pelos interessados, permitindo o aprendizado dirigido para sua real necessidade.dúvidas e escolhas

É lógico que este formato, excelente em sua concepção e ideia, terá algumas diferenças em relação à grade fixa, com a criação, o planejamento e realização feitos com mais antecedência, sendo necessário um tempo antes de coloca-los em prática para os interessados. Exemplo: Pessoas, Empresas e/ou Organizações querem conhecimentos relacionados à Captação de Recursos e Parcerias agregando o Voluntariado como forma de colaborar nos processos de planejamento e captação. O prazo mínimo para que todo o material do curso fique pronto para ser ministrado é de 30 dias, podendo variar de acordo com o assunto e conteúdos solicitados.

Já aplicamos este conceito no Projeto Único Saber, direcionado para apenas 01 pessoa e no lugar que ela escolher, com o conteúdo e ementa de sua livre escolha, porém, com algumas diferenças, pois neste novo modelo, o grupo de alunos já deverão estar inscritos, com todos concordando com a pauta escolhida, sendo necessária a aprovação unânime em relação ao conteúdo, para que todos fiquem satisfeitos e felizes com o aprendizado recebido.

Este novo modelo mantém todos os benefícios, promoções e descontos já concedidos para outras modalidades.

Enfim pessoal, é isso! Uma novidade que esperamos que gostem.

Escolha a sua e entre contato conosco.

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