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Série Captação de Recursos – Sistema brasileiro de incentivo fiscal à doação ainda é complexo e ineficiente


Fonte: http://gife.org.br/

A Charities Aid Foundation (CAF) – organização internacional da sociedade civil – acaba de lançar o estudo “Donation States”, um relatório sobre as práticas de incentivo fiscal à doação em 26 países, incluindo o Brasil.

A proposta do estudo é verificar como esses incentivos fiscais são oferecidos e como podem desempenhar um papel significativo na hora que uma pessoa decide doar dinheiro para causas beneficentes.

Segundo a análise realizada, o sistema brasileiro de incentivo fiscal à doação ainda é complexo e ineficiente, privilegia causas específicas, só admite doações para projetos pré-selecionados pelo governo e impõe um trabalho bastante burocrático para aqueles que pretendem receber e doar por meio de renúncia fiscal.

O relatório destaca que essas barreiras burocráticas colocadas podem afastar os possíveis doadores, tendo em vista que o esforço que precisam fazer para utilizar os incentivos supera o seu o desejo de fazê-lo. O mesmo ocorre com a complexidade do sistema, que distancia os interessados em doar.

O relatório aponta que, no Brasil, há um “sistema de retalhos” extremamente difícil para os doadores, que precisam entender quais causas são válidas (crianças, idosos, esporte, cultura etc), compreender os processos que variam para cada uma delas (ex: 1% do imposto para projetos voltados a deficientes e 6% para outras causas), o limite total (todas as doações devem somar menos de 8%) e quando eles pretende doar (o limite total cai para 3% se for solicitado no ano fiscal anterior).

Na pesquisa há quatro categorias para classificar os modelos de incentivo fiscal à doação: países igualitários, pragmáticos, transacionais e restritivos. O Brasil está entre um regime restritivo e um transacional, ao lado de China, Egito, Turquia e Rússia. Entre os países mais igualitários estão Canadá, Japão, Irlanda e França.

Clique aqui para acessar o relatório completo (em inglês).

 


Instituto Sabedoria e Alavanca Social preparando e capacitando pessoas e organizações.

 


 

Captação de Recursos – Aplicativo facilita a doação de notas fiscais a ONGs


INSTITUTO SABEDORIA

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App_nfscan

Olá pessoal! Bom dia!

A captação de recursos tem opções diversificadas, com excelentes alternativas para que pessoas e organizações possam sedimentar seus projetos e fortalecerem as bases propostas em suas missões e objetivos.

Hoje vamos compartilhar com vocês uma publicação do site Economize.catracalivre que fala sobre a captação de recursos via Nota Fiscal Paulista, na criação de uma processo que está facilitando o envio de Notas Fiscais para as ONGs. Falo do aplicativo NFSCAN, que facilita a coleta de informações da Nota e a transferência para a Organização escolhida.

Este aplicativo se mostra como um ótimo avanço, se comparado com os modelos existentes, que são as caixas de coleta de notas existentes em estabelecimentos comerciais.

Para entenderem melhor sobre esta ferramenta, veja matéria a seguir:

O momento de pagar qualquer compra realizada no estado de São Paulo geralmente vem acompanhado de uma pergunta: “Quer CPF na nota?”. Isso significa que parte daquele valor (ICMS) vai ser devolvido ao consumidor devido ao programa Nota Fiscal Paulista do governo do Estado.

No entanto, nem todo mundo faz questão de passar o número do documento por considerar o valor irrisório, mas acredite, faz toda diferença para quem tem muito pouco como é o caso de várias ONGs. Agora ficou simples ajudar estas instituições, pois um aplicativo chamado nfscan intermedia o processo.

Criado pela agência de publicidade Loducca, o nfscan é um software que, através de uma foto do cupom fiscal, reconhece automaticamente os números necessários (CNPJ, número do cupom, data e valor) e envia a doação.

O nfscan é grátis e de código aberto. Então, qualquer ONG pode usá-lo em seus próprios apps e sites. O primeiro a utilizar a tecnologia é o GRAACC, que depende de doações para manter seu hospital para crianças com câncer.

Confira o vídeo:

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PROGRAMA DE TREINAMENTO INSTITUTO SABEDORIA/ALAVANCASOCIAL

Sejam bem vindos ao mundo da capacitação em assuntos do Terceiro Setor.

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Como se comportam doadores do Brasil e do mundo


Olá pessoal!

Hoje estamos compartilhando com vocês um artigo publicado no Jornal Folha de São Paulo e escrito por Paula Fabiani do IDIS. O artigo fala de pesquisas e tendências no Brasil e no mundo sobre a cultura da doação. Muito interessante para Organizações Sociais e captadores de recursos. Veja a seguir:

Green donate button

O tema das doações vem ganhando destaque no Brasil no último ano.

A corajosa decisão de Elie Horn, dono da Cyrela, de se juntar ao movimento Giving Pledge e se comprometer a doar 60% (isso mesmo, 60%!) de sua fortuna em vida é realmente uma notícia positiva e um maravilhoso exemplo para indivíduos detentores de grandes fortunas no país.

Entramos para o radar do mundo nesta questão como mostra o destaque dado ao Brasil no webinar “Analisando as tendências globais de doação”, realizado antes do Carnaval pela WINGS (Worldwide Initiative for Grantmaking Support), uma associação global de organizações que apoiam a filantropia no mundo.

Susan Pinkney, coordenadora de Pesquisas da CAF (Charities Aid Foundation), da Grã-Bretanha, destacou que, no mundo todo, há um crescimento do volume de doações para organizações sociais e das iniciativas individuais de ajuda a estranhos, enquanto o número de pessoas que realizam trabalho voluntário vem caindo.

O aspecto cultural que mais chama a atenção é a forte presença dos países de língua inglesa entre os mais generosos do mundo.

No ranking do World Giving Index (Índice Global de Solidariedade) aparecem cinco países de língua inglesa entre os seis primeiros colocados.

Susan também mostrou que, nem sempre, uma economia rica implica generosidade.

Apenas cinco países do G20 (grupo que reúne as nações mais prósperas do mundo) constam entre os 20 mais generosos, sendo Mianmar (a antiga Birmânia), país com PIB per capita de US$ 824 (14% do PIB per capita brasileiro) o primeiro colocado!

Este país chegou ao topo por influência da religião budista, adotada pela grande maioria da população, que prega a doação como uma das obrigações dos fiéis. Mais de 90% dos moradores realiza doações.

Maria Chertok, diretora da CAF Rússia, relatou que, em seu país não existe a tradição de doação para organizações sociais.

Apesar do povo russo ser considerado generoso, o percentual de pessoas que contribuem para organizações sociais é muito baixo, cerca de 9%, contra uma média mundial de 31,5%.

Ela explica que o grande obstáculo é a falta de confiança nas instituições e, por isso, os russos preferem doar diretamente para os necessitados, em vez fazê-lo para organizações sociais.

Mesmo assim, o volume de doação vem crescendo, ainda que lentamente, e Maria acredita que, na medida em que a população tenha mais acesso a informações sobre os resultados dos projetos e trabalhos das ONGs, esse quadro pode mudar.

Mas e o Brasil? Infelizmente, as informações sobre nosso país não são positivas.

O Brasil vem caindo sistematicamente no ranking de países mais solidários e isso, talvez, possa ser atribuído à crise política iniciada há cerca de três anos, fazendo com que os brasileiros temam pelo futuro e passem a pensar mais em si próprios.

O único ponto em que o Brasil vem registrando crescimento é na ajuda a estranhos, o que demonstra que, apesar de doar menos recursos financeiros, os brasileiros continuam sensíveis quando percebem alguém em necessidade.

Neste cenário, o que é possível fazer? Em primeiro lugar, tentar entender melhor a nossa realidade.

O IDIS (Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social), em parceria com organizações da sociedade civil, está conduzindo uma pesquisa, em escala nacional, para mapear o comportamento do brasileiro em relação à doação.

Os resultados desse levantamento vão servir de base para que todos os interessados possam traçar estratégias para promover a cultura de doação no Brasil!

PAULA FABIANI é diretora-presidente do IDIS (Instituto pelo Desenvolvimento do Investimento Social)

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Acesse o site Instituto Sabedoria e capacite-se para suas próximas jornadas.

Uma ótima semana a todos!

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05 argumentos para você convencer o conselho da sua ONG a investir numa campanha de Nota Fiscal Paulista


Olá pessoal!

Hoje estamos compartilhando com vocês um ótimo artigo sobre campanhas de captação de recursos via programa Nota Fiscal Paulista. Desde a criação da lei que institucionalizou o programa, milhares de pessoas, empresas e organizações sociais se beneficiaram com recursos obtidos mediante a utilização de notas fiscais, havendo o repasse posterior para o interessado.

No estado de São Paulo trata-se de uma forma eficaz na arrecadação de recursos financeiros e permite, principalmente às Organizações Sociais, dar mais solidez aos seus projetos.

O artigo abaixo, escrito por Sylvana C Santos (Co Founder and Consultant – Soul Social – Ideias e Projetos), trás importantes orientações e dicas para que as ONGs possam utilizar este meio de captação pela sua importância na manutenção da sustentabilidade.

Veja a seguir o artigo:

post_soul social

Fonte: http://soulsocial.com.br/

Que tal um desafio, o de mudar a mentalidade da Diretoria/Conselho Deliberativo da sua ONG?

Esse seria um bom desafio para começar a traçar novas estratégias para 2016: colocar em prática novas atitudes que garantirão a sustentabilidade da organização e inaugurarão uma nova era, marcado pelo investimento em ações estratégicas.

Pela nossa experiência, não adianta apenas falar, será preciso demonstrar tanto a factibilidade desse caminho, quanto viabilidade econômica do projeto para que a ação seja aprovada na organização. E nada melhor que chegar bem informado e preparado para defender a proposta. Por isso organizamos esse post com 5 argumentos que te ajudarão a tirar essa ideia do papel.

Não estamos aqui falando de retórica, mas de ações concretas que podem ser iniciadas imediatamente sem comprometer seu trabalho, nem atrapalhar outros projetos que estão sob sua responsabilidade.

  1. Mapeia os players na sua região – faça um benchmark

Pela nossa experiência, as organizações estão abertas e dispostas a compartilhar seu conhecimento. Saia da zona de conforto e vá visitar algumas organizações que já implantaram a operação e têm números consolidados. Converse com os responsáveis, aprenda com seus erros e acertos e elabore um relatório mostrando a evolução dos números dessas organizações, a média de crescimento ao longo da campanha, o tempo que levaram para alcançar a meta e quanto hoje arrecadam de cupons.

Se possível, pegue depoimentos sobre o processo e os benefícios que os recursos trouxeram para a organização.

  1. Desenrole a documentação para habilitação da campanha

Certifique-se da elegibilidade da sua ONG no programa. Faça um checklist da documentação necessária e resolva eventuais pendências encontradas. Se ela já tem todos os pré-requisitos, faça o cadastro do CNPJ no portal da Secretaria da Fazenda sem compromisso.

Entre nesse site e veja quais documentos são necessárias para a habilitação da campanha e cadastre-se no programa. Não perca tempo. Isso não trará nenhum ônus, caso não seja utilizado.

  1. Mobilize um comitê de voluntários engajados

Você não será capaz de fazer tudo sozinho. Precisará de ajuda. Com quem você pode contar dentro e fora da organização para te auxiliar nesse caminho?

Mobilize outros colaboradores da organização dispostos a contribuir para essa inovação e também avalie a possibilidade de recrutar voluntários externos que apoiam a causa. Eles podem fazer parte de uma força tarefa e auxiliar na sua campanha, triando e separando os cupons para serem digitados.

Ao mobilizar pessoas no entorno de um objetivo específico que gerara resultados positivos você estará estimulando a organização na construção de um sentido comum.

Não esqueça de formalizar isso numa Declaração de Voluntariado, conforme modelos disponíveis.

  1. Faça projeções financeiras

Prepare uma planilha com projeções de investimento e arrecadação. Faça cálculos conservadores e compatíveis com a estrutura atualmente disponível. Veja esse exemplo abaixo, baseado em um caso real:

Considere ao menos o investimento nas urnas de papelão triplex, pois há algumas opções de softwares gratuitos no mercado que podem dar conta da digitação de cupons em um projeto piloto.

Duas pessoas implantando ao menos 08 pontos por dia, o que é factível, resultará em 320 pontos de arrecadação implantados em um mês.

Esses pontos trarão uma arrecadação (mínima) de 200 cupons cada, o que gerará uma arrecadação de aproximadamente 252 mil cupons em um mês. Projete numa planilha Excel com memória de cálculo, estime um ticket médio de R$ 32,00 para cada cupom e multiplique pela quantidade de cupons digitados e faça os cálculos considerando as taxas médias de conversão.

Valor total apurado para 320 pdvs com arrecadação média de 200 cupons semanais = 252 mil cupons mês, com ticket médio de R$ 32,00/cada.

Valor apurado estimado = R$ 8.064.000,00 considere perdas de 20% = R$ 6.451.200,00

Estimativa para prêmio (0,2% de conversão): R$ 6.451.200,00* 0,0020 = R$ 12.902,40.

Estimativa para o sorteio: R$ 6.451.200,00/ 100,00 * 0,10 = R$ 6.451,20.

Estimativa de valor total arrecadado: R$ 19.353,60

Projete esses números mês a mês, considerando o crescimento dos pontos de venda até o limite do seu objetivo de arrecadação.

  1. Elabore um Plano de ação

Elabore um plano de ação para a campanha de Nota Fiscal Paulista a ser entregue no momento da apresentação. Explicite tanto as ações de implementação, quanto de operacionalização de um projeto piloto. Não se esqueça de colocar prazos e responsáveis por cada uma das ações.

Faça uma projeção de ao menos 4 meses de operação e, se possível, aponte os próximos passos no caso de sucesso do piloto.

Considerações adicionais

Não se esqueça. A campanha de Nota Fiscal Paulista é um meio e não um fim. Negocie e tente defender a maior parte dos recursos para o uso em novos investimentos. Use parte para ampliar e profissionalizar a operação da campanha de Nota Fiscal Paulista e parte para investir em outras estratégias de captação mais arrojadas, desvinculadas de recursos públicos.

No próximo post falaremos um pouco mais sobre como montar esse piloto, mas estamos abertos para esclarecer os pontos tocados nesse post. Caso você tenha alguma dúvida, ou precise de mais detalhes, deixe seus comentários aqui.

Este post foi originalmente pulicado no Blog Soul Socia

Alavanca Social ministrará curso de Captação de Recursos na Fesp-SP


folder-curso-cultural-fesp

Olá pessoal!

Neste sábado (05/10/13) estaremos na Fundação Escola de Sociologia e Política – Fesp-SP para ministrar aula sobre Captação e Administração de Recursos na área cultural.

Esta aula faz parte do 1º módulo do Curso de extensão sobre Gestão Cultural e tratará dos principais aspectos para a captação de recursos nesta área maravilhosa e que movimenta o país de norte a sul.

Este curso terá ainda mais 2 módulos, para aqueles que desejarem se aprofundar mais sobre o tema Gestão Cultural, como forma de promover e preparar pessoas para esta prática.

Para aqueles que não puderam participar deste 1º Módulo, ainda há tempo para se inscrever nos módulos seguintes, já que este ainda trata dos assuntos de forma introdutória.

Esperamos vocês por lá!

Entrem em contato com a Fesp e reserve a sua inscrição para os próximos módulos:  http://www.fespsp.org.br/fespsp-inscricao/extensao ou ligue para 0800 7777 800.

Grande abraço

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