Utilidade Pública

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Procurando oportunidades de trabalho


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Olá pessoal! Bom dia!

Compartilhando com vocês uma postagem do site ALAVANCA SOCIAL. Veja a seguir:

O Brasil passa atualmente por uma grande crise institucional, que está levando a todas as camadas da sociedade a se retraírem e perderem a confiança no amanhã, ocasionando um grande número de pessoas sem emprego e a condição suprema de obterem os recursos necessários para suas famílias. No entanto, apesar destes desafios, sempre é bom direcionar nossos esforços na busca de algo maior, sendo os principais ingredientes a confiança, fé, perseverança, trabalho e a crença de que amanhã estará muito melhor.

Pensando nisso, surgem diariamente pessoas e empresas que procuram encontrar soluções para minimizar este impacto social e através de ferramentas e informação, permite que possam ser encontradas OPORTUNIDADES para que elas se reafirmem e consigam prosseguir sua jornada.

Dentro desta linha, a ALAVANCA SOCIAL, através da área INSTITUTO SABEDORIA, pesquisa semanalmente opções para que as pessoas possam procurar e encontrar  vagas de trabalho e consequentemente o emprego que trará mais tranquilidade familiar em todos os níveis.

Para terem acesso a estas informações, visite nossa página OPORTUNIDADES, onde encontrarão links de empresas, ONGs, Agências, sites especializados e formas de busca de vagas de trabalho, seja no Terceiro Setor, como em outras áreas também. Ainda são poucas, mas gradativamente vamos disponibilizar novas opções.

Caso vocês conheçam sites ou áreas na internet que ofereçam esta condição, favor nos enviar para inclusão nesta página.

A todos um excelente dia e que possam encontrar a OPORTUNIDADE que desejam.

10 cursos online e gratuitos oferecidos por universidades do Brasil


Olá pessoal!

Compartilhando com vocês um artigo do site Catraca Livre num assunto que pode te interessar.

Veja a seguir a publicação:

2016 será o ano do foco nos estudos. Pelo menos, foi o que você prometeu no Reveillon, não é mesmo?! Para concretizar sua promessa, indicamos 10 cursos onlines e totalmente gratuitos que universidades brasileiras estão oferecendo.

Confira abaixo:

  • Probabilidade e Estatística

Curso oferecido pela USP (Universidade de São Paulo) e destaca a matemática como ciência do raciocínio lógico e abstrato. 20 aulas divididas em 60h de duração.Saiba mais.

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  • Como Organizar o Orçamento Familiar

Curso oferecido pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) e tem o objetivo de ajudar no planejamento financeiro da família. O curso tem 12 horas de duração. Saiba mais.

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  • O Empreendedorismo e as Competências do Empreendedor

Curso oferecido pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Ele aborda as habilidades e competências que o empreendedor deve criar e desenvolver. O aluno deve ter uma dedicação de 10 a 12 horas durante as sete semanas de curso.Saiba mais.

ENGRENAGEM

  • Física Básica 

Curso oferecido pela USP (Universidade de São Paulo). Compreende o estudo e análise do movimento e repouso dos corpos, sua evolução no tempo e seus deslocamentos. São 26 aulas, num total de 60 horas. Saiba mais.

exercicio de fisica

  • Internetês

Curso oferecido pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Ele disponibiliza diversas aulas online gratuitas na plataforma e-Unicamp. A aula em vídeo “Internetês”, por exemplo, fala sobre os diferentes tipos de linguagem e a forma como podem mudar a língua portuguesa. Saiba mais.

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  • Psicologia da Educação

Curso oferecido pela Unesp (Universidade Estadual Paulista). Apresenta fundamentos das principais teorias psicológicas e possibilidades da psicanálise na educação. Saiba mais.

psicologia educacional

  • Libras

Curso oferecido pela Unisinos (Universidade do Vale do Rio dos Sinos). Ele ensina noções básicas da língua brasileira de sinais. São 30 horas de duração, divididas em oito aulas. Saiba mais.

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  • Bioenergética

Curso oferecido pela UnB (Universidade de Brasília). Os alunos estudarão os organismos vivos e suas transformações, em 60 horas de duração, divididas em 15 aulas. Saiba mais.

maos e planta

  • Buraco negro: quem veio primeiro?

Em uma entrevista com o professor João Steiner, o físico explica a origem dos buracos negros e fala de diversos estudos sobre o assunto. O vídeo está disponível na plataforma e-aulas USP, que oferece diversas aulas gratuitas. Saiba mais.

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  • Ciência Política

Curso oferecido pela USP (Universidade de São Paulo). Ele aborda os sistemas e processos políticos. As aulas têm duração de 60h, divididas em nove aulas. Saiba mais.

Credit:Snezana NegovanovicE+Getty Images

Credit:Snezana NegovanovicE+Getty Images

A educação no Brasil


Olá pessoal!

Quero compartilhar com vocês um artigo do site http://brasilescola.uol.com.br/.

Antes de inserir o conteúdo do artigo gostaria de expressar meus agradecimentos pessoais a Deus que me permitiu dar a minha contribuição na área de ensino através da minha experiência, conhecimentos, estudos e vivências com pessoas e instituições.

O artigo fala sobre a importância de, apesar de estar evoluindo (tudo evolui, mesmo que a pequenos passos), são necessárias mudanças e atitudes capazes de transformar a educação no Brasil como forma de modificar o meio, sendo ações de preparação, planejamento e realização importantes para a implantação de um plano mais moderno para país, a fim de que as próximas gerações possam estar preparados para uma nova realidade.

Como já dizia o eterno mestre Paulo Freire:

Transformar o Mundo: “Se, na verdade, não estou no mundo para simplesmente a ele me adaptar, mas para transformá-lo; se não é possível mudá-lo sem um certo sonho ou projeto de mundo, devo usar toda possibilidade que tenha para não apenas falar de minha utopia, mas participar de práticas com ela coerentes.”

 Espero que gostem do artigo! Leia a seguir:

Espera-se que a educação no Brasil resolva, sozinha, os problemas sociais do país. No entanto, é preciso primeiro melhorar a formação dos docentes, visto que o desenvolvimento dos professores implica no desenvolvimento dos alunos e da escola.

Ao propor uma reflexão sobre a educação brasileira, vale lembrar que só em meados do século XX o processo de expansão da escolarização básica no país começou, e que o seu crescimento, em termos de rede pública de ensino, se deu no fim dos anos 1970 e início dos anos 1980.

Com isso posto, podemos nos voltar aos dados nacionais:

O Brasil ocupa o 53º lugar em educação, entre 65 países avaliados (PISA). Mesmo com o programa social que incentivou a matrícula de 98% de crianças entre 6 e 12 anos, 731 mil crianças ainda estão fora da escola (IBGE). O analfabetismo funcional de pessoas entre 15 e 64 anos foi registrado em 28% no ano de 2009 (IBOPE); 34% dos alunos que chegam ao 5º ano de escolarização ainda não conseguem ler (Todos pela Educação); 20% dos jovens que concluem o ensino fundamental, e que moram nas grandes cidades, não dominam o uso da leitura e da escrita (Todos pela Educação). Professores recebem menos que o piso salarial (et. al., na mídia).

Frente aos dados, muitos podem se tornar críticos e até se indagar com questões a respeito dos avanços, concluindo que “se a sociedade muda, a escola só poderia evoluir com ela!”. Talvez o bom senso sugerisse pensarmos dessa forma. Entretanto, podemos notar que a evolução da sociedade, de certo modo, faz com que a escola se adapte para uma vida moderna, mas de maneira defensiva, tardia, sem garantir a elevação do nível da educação.

Logo, agora não mais pelo bom senso e sim pelo costume, a “culpa” tenderia a cair sobre o profissional docente. Dessa forma, os professores se tornam alvos ou ficam no fogo cruzado de muitas esperanças sociais e políticas em crise nos dias atuais. As críticas externas ao sistema educacional cobram dos professores cada vez mais trabalho, como se a educação, sozinha, tivesse que resolver todos os problemas sociais.

Já sabemos que não basta, como se pensou nos anos 1950 e 1960, dotar professores de livros e novos materiais pedagógicos. O fato é que a qualidade da educação está fortemente aliada à qualidade da formação dos professores. Outro fato é que o que o professor pensa sobre o ensino determina o que o professor faz quando ensina.

O desenvolvimento dos professores é uma precondição para o desenvolvimento da escola e, em geral, a experiência demonstra que os docentes são maus executores das ideias dos outros. Nenhuma reforma, inovação ou transformação – como queira chamar – perdura sem o docente.

É preciso abandonar a crença de que as atitudes dos professores só se modificam na medida em que os docentes percebem resultados positivos na aprendizagem dos alunos. Para uma mudança efetiva de crença e de atitude, caberia considerar os professores como sujeitos. Sujeitos que, em atividade profissional, são levados a se envolver em situações formais de aprendizagem.

Mudanças profundas só acontecerão quando a formação dos professores deixar de ser um processo de atualização, feita de cima para baixo, e se converter em um verdadeiro processo de aprendizagem, como um ganho individual e coletivo, e não como uma agressão.

Certamente, os professores não podem ser tomados como atores únicos nesse cenário. Podemos concordar que tal situação também é resultado de pouco engajamento e pressão por parte da população como um todo, que contribui à lentidão. Ainda sem citar o corporativismo das instâncias responsáveis pela gestão – não só do sistema de ensino, mas também das unidades escolares – e também os muitos de nossos contemporâneos que pensam, sem ousar dizer em voz alta, “que se todos fossem instruídos, quem varreria as ruas?”; ou que não veem problema “em dispensar a todos das formações de alto nível, quando os empregos disponíveis não as exigem”.

Enquanto isso, nós continuamos longe de atingir a meta de alfabetizar todas as crianças até os 8 anos de idade e carregando o fardo de um baixo desempenho no IDEB. Com o índice de aprovação na média de 0 a 10, os estudantes brasileiros tiveram a pontuação de 4,6 em 2009. A meta do país é de chegar a 6 em 2022.

Eliane da Costa Bruini
Colaboradora Brasil Escola
Graduada em Pedagogia
Pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo – UNISAL

 

Conheça e acompanhe o Mundial da Educação!


 mapa da educação brasil

Olá pessoal! É com alegria que compartilhamos notícia sobre o Mundial da Educação, muito importante para novas iniciativas pelo Brasil! Acompanhe um resumo da notícia, publicada no site do Faça Parte e Centro de Voluntariado São Paulo.

Mundial da Educação lança mapa colaborativo de atividades educativas

Lançamos esta semana o mapa do movimento Mundial da Educação.

A plataforma aberta vai agregar intervenções e ações educativas realizadas nas cidades-sede da Copa do Mundo durante todo ano de 2014.

A proposta é que o mapa sirva como um grande repertório de atividades que podem ser desenvolvidas nos espaços da cidade. Além disso, a ferramenta foi pensada para facilitar o intercâmbio de informações, de forma a estimular a replicação de iniciativas em diversos lugares.

Qualquer pessoa, escola ou organização pode inserir sua atividade educativa. Basta fazer o login através do Facebook ou do Google. A partir disso, seleciona-se o local da atividade e um formulário aparece na tela, para que sejam compartilhadas as informações a respeito da ação. As atividades cadastradas no mapa do Mundial da Educação também serão comunicadas através dos canais Catraca Livre, com mais de 6 milhões de acessos únicos mensais.

Para estimular a realização dessas intervenções, o Mundial da Educação lança mensalmente convocação temáticas com dicas e sugestões de atividades que podem ser realizadas nos espaços das cidades.

O material da primeira convocação, sobre uso das praças, foi baixado mais de 70 vezes.

A segunda convocação, com o tema futebol, foi lançada esta semana e pode ser conferida aqui: http://bit.ly/convocacaofutebol

Siga o Mundial nas redes sociais:

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Mundial da Educação | Junho.2014

Para falar com a gente, escreva para: 
ola@mundialdaeducacao.org.br

As 12 tendências da educação brasileira até 2017


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Fonte: site Porvir

Laboratórios móveis, redes, inteligências colaborativas, geolocalização, aprendizado baseado em jogos, conteúdo aberto. Achou essa lista futurista demais para ser usado em escala nas escolas do Brasil, públicas e privadas? Talvez ela não seja tão inalcançável assim. O sistema Firjan reuniu um grupo de 30 especialistas para analisar o estado do uso da tecnologia em práticas no país e fez prognósticos sobre quais ferramentas já estarão sendo usadas em escala em um horizonte de até cinco anos.
O estudo “As Perspectivas Tecnológicas para o Ensino Fundamental e Médio Brasileiro de 2012 a 2017: Uma Análise Regional do NMC Report” identifica 12 tecnologias emergentes que têm potencial para impactar o ensino, além das dez principais tendências e os dez maiores desafios da educação brasileira.
Entre as 12 tecnologias apresentadas, quatro foram apontadas entre as que devem começar a fazer parte massivamente das salas de aula em menos de um ano: ambientes colaborativos, aprendizagem baseada em jogos e os dispositivos móveis representados por celulares e tablets; outras quatro estavam entre as que devem começar a ter seu uso mais frequente em dois ou três anos: redes, geolocalização, aplicativos móveis e conteúdo aberto; e mais quatro foram podem ser esperadas em um período de quatro ou cinco anos: inteligência coletiva, laboratórios móveis, ambiente pessoal de aprendizagem e aplicações semânticas.
Feito pela primeira vez no Brasil, o estudo insere um capítulo regional ao já tradicional Horizon Report, que anualmente faz previsões sobre o uso da tecnologia no universo educacional. O panorama global permitiu também comparações entre o contexto brasileiro e o internacional. Bruno Gomes, assessor de tecnologias educacionais do Sistema Firjan e participante tanto da pesquisa global quanto da nacional, ressalta alguns pontos em que nós nos distanciamos muito do mundo. “No Brasil, a gente já consegue ver o hardware, as coisas físicas em sala de aula, como o celular e o tablet. Mas falta a internet, então tudo que é feito na nuvem ou depende de uma rede boa e estabilizada vem depois”, diz.
Por isso, enquanto nos países ibero-americanos e na pesquisa global a computação em nuvem é uma realidade esperada em um ano, os especialistas brasileiros nem sequer apostaram nela para um panorama de até cinco anos. “Outra curiosidade é que, conteúdo livre, que já está acontecendo no mundo, ainda não vai acontecer no Brasil neste ano. O brasileiro ainda é apegado à autoria”, acrescenta Gomes.
Apesar das diferenças, alguns pontos são comuns em todas as partes do mundo, principalmente no que diz respeito aos desafios encontrados. “Formação de professores é um problema para o mundo”, ressalta Gomes. No relatório divulgado durante o evento Conecta 2012, que terminou hoje, os especialistas destacam também outra relevante coincidência entre o que esperam ver no Brasil e o que está posto no mundo. “Os 30 membros do conselho deste projeto concordaram com o conselho global em relação à tendência mais importante. Eles perceberam as portas se abrindo nas escolas de educação básica no Brasil para modelos de aprendizado híbrido e colaborativo”, afirmam os autores do relatório.

 

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