Qualidade de Vida

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Procurando oportunidades de trabalho


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Olá pessoal! Bom dia!

Compartilhando com vocês uma postagem do site ALAVANCA SOCIAL. Veja a seguir:

O Brasil passa atualmente por uma grande crise institucional, que está levando a todas as camadas da sociedade a se retraírem e perderem a confiança no amanhã, ocasionando um grande número de pessoas sem emprego e a condição suprema de obterem os recursos necessários para suas famílias. No entanto, apesar destes desafios, sempre é bom direcionar nossos esforços na busca de algo maior, sendo os principais ingredientes a confiança, fé, perseverança, trabalho e a crença de que amanhã estará muito melhor.

Pensando nisso, surgem diariamente pessoas e empresas que procuram encontrar soluções para minimizar este impacto social e através de ferramentas e informação, permite que possam ser encontradas OPORTUNIDADES para que elas se reafirmem e consigam prosseguir sua jornada.

Dentro desta linha, a ALAVANCA SOCIAL, através da área INSTITUTO SABEDORIA, pesquisa semanalmente opções para que as pessoas possam procurar e encontrar  vagas de trabalho e consequentemente o emprego que trará mais tranquilidade familiar em todos os níveis.

Para terem acesso a estas informações, visite nossa página OPORTUNIDADES, onde encontrarão links de empresas, ONGs, Agências, sites especializados e formas de busca de vagas de trabalho, seja no Terceiro Setor, como em outras áreas também. Ainda são poucas, mas gradativamente vamos disponibilizar novas opções.

Caso vocês conheçam sites ou áreas na internet que ofereçam esta condição, favor nos enviar para inclusão nesta página.

A todos um excelente dia e que possam encontrar a OPORTUNIDADE que desejam.

Alavanca Social e Instituto Sabedoria ministrarão curso Como Fundar Ongs na Fesp


CURSOS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA FESP

COMPLEMENTANDO SEUS ESTUDOS E OFERECENDO A OPORTUNIDADE DE CRESCIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL.

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A Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo em parceria coma Alavanca Social e Instituto Sabedoria, convidam você para um curso imperdível que o capacitará no conhecimento necessário para a fundação de uma ONG.

O curso: COMO FUNDAR ONGS: ASPECTOS ESTRUTURAIS E LEGALIZAÇÃO, o qual permitirá uma visão e compreensão das pessoas a iniciarem projetos que tanto fazem a diferença na vidas das pessoas em suas comunidades.

O curso será ministrado pela Alavanca Social através da área Instituto Sabedoria.

Não perca esta oportunidade de conhecer alguns dos melhores caminhos, reflexões e escolhas antes de criá-las.

Acesse o site da FESP-SP e faça já a sua INSCRIÇÃO!

PROGRAMA DE DESCONTOS

Alunos regularmente matriculados em cursos de graduação e pós-graduação da FESPSP têm 40% de desconto nos cursos do programa de extensão.
Instituições conveniadas e ex-alunos da FESPSP têm 15% de desconto no valor total do curso.
Prefeitura Municipal de São Paulo, 15% de desconto para servidores e dependentes
Veja se sua instituição é conveniada com a FESPSP e aproveite o benefício.

Vejam a seguir a chamada para o curso:

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ESPERO VOCÊ POR LÁ!!!

PNE pretende ampliar oferta de vagas no ensino superior; votação do texto fica para 2012


por Desirèe Luíse, do Portal Aprendiz

e53 PNE pretende ampliar oferta de vagas no ensino superior; votação do texto fica para 2012O relatório do Plano Nacional de Educação (PNE) pretende ampliar a oferta de vagas no ensino superior no Brasil, passando das atuais seis milhões de matrículas para 15 milhões. O texto substitutivo ao plano original, que foi enviado pelo Executivo, está em análise, sendo que, na manhã do dia 15, a Comissão Especial de Educação adiou para fevereiro de 2012 a apresentação do texto final, que deve ser votado apenas em março na Câmara dos Deputados.

De acordo com o relator da Comissão, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), do total de vagas existentes no ensino superior, apenas 1,5% são em instituições públicas. A ideia é que durante os próximos dez anos, período em que o plano estará em vigor, essa porcentagem seja elevada.

Segundo o texto do relatório, uma das estratégias é “assegurar, até o quinto ano de vigência, a oferta de vagas gratuitas em cursos de graduação das instituições públicas, para 35% dos concluintes do ensino médio do ano anterior”.

“O que estamos orientando é que 30% delas sejam em educação a distância e 70% em nível presencial. Para ampliarmos a oferta no ensino superior, será necessário 1,35% do PIB (Produto Interno Bruto)”, afirma o relator. Tendo como base o PIB atual, os gastos seriam equivalentes a R$ 54 bilhões.

Considerando que o PNE sugere 8% do PIB como investimento suficiente em educação nos próximos dez anos, boa parte deste montante estará comprometido com educação superior. “Esta meta tem um custo muito elevado que já é próprio do ensino superior, pois se trata de pesquisa e ensino. No sistema presencial, queremos ofertar o dobro do que foi feito nesses últimos cem anos”, diz Vanhoni.

“Temos graves problemas de falta de vagas públicas, então decidimos ampliar a proposta inicial do governo”. No texto original enviado pelo Executivo sobre a meta 12, que trata das vagas em nível superior, o planejado era aumentar o número para 11,5 milhões.

Após divulgação do relatório na Câmara, na última semana, os deputados tinham até esta quarta-feira (14/12) para apresentarem novas emendas ao projeto. Vanhoni argumentou que foram apresentadas 449 emendas e por isso não foi possível fechar o relatório para a votação dos deputados.

A reunião para a tomada de decisão contou com a participação de três dos 26 deputados que integram a Comissão Especial: Vanhoni, Alex Canziani (PTB-PR), que presidiu a reunião, e Izalci (PR-DF) .

* Publicado originalmente no Porta Aprendiz.

(Portal Aprendiz)

ECA 21 anos: Os desafios do PNE para garantir o direito à educação de qualidade


Enviado por http://www.criancanoparlamento.org.br, qui, 14/07/2011

Caso seja aprovado e colocado em prática de fato, o novo Plano Nacional de Educação promete levar o país a um novo patamar de desenvolvimento

do Portal Pró-Menino

Universalizar o atendimento escolar para crianças e adolescentes de 4 a 17 anos e oferecer educação em tempo integral em 50% das escolas públicas do país são algumas das metas propostas pelo governo federal para o período de 2011 a 2020.

Para Anna Helena Altenfelder, superintendente do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (CENPEC), é necessário ter atenção em alguns pontos do projeto. “O novo plano traz avanços importantes para a educação brasileira, mas também deixa lacunas, como a responsabilidade pelo cumprimento de suas metas. No entanto, o que mais nos preocupa é a falta do diagnóstico do plano atual (2001-2010) para a elaboração das metas do próximo. Se esse diagnóstico tivesse sido feito, imagino que o próximo PNE traria ótimas propostas, muito mais factíveis. Talvez seja por isso que o documento recebeu um número recorde de emendas.”

Financiamento

A meta número 20 é uma das mais polêmicas e recebeu uma grande quantidade de emendas. Segundo o documento, a partir da aprovação do plano, 7% do PIB (Produto Interno Bruto) devem ser destinados ao setor para financiar suas melhorias.  Hoje, o investimento gira em torno de 5%. “O financiamento do plano é essencial para que suas metas sejam alcançadas. Os municípios e estados não conseguirão, sozinhos, universalizar a educação para crianças e jovens e, ao mesmo tempo, aumentar o atendimento de crianças de até 3 anos. Para que tudo isso aconteça, a União deve aumentar o investimento no setor”, acrescenta Anna Helena.

Segundo a deputada Fátima Bezerra, presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, “os 7% do PIB são insuficientes para financiar o plano. E é por isso que grande parte das emendas propõe a alteração da meta para 10%, percentual deliberado pela Conferência Nacional de Educação (Conae) de 2010”. Para conseguir os recursos para o financiamento, algumas emendas propõem a destinação de 50% dos royalties da exploração do pré-sal (segundo o marco regulatório do pré-sal, os recursos gerados pela sua exploração serão utilizados para investir em educação, infraestrutura, combate à pobreza, cultura e inovação científica e tecnológica, áreas prioritárias para o desenvolvimento do país) e 5% dos lucros das estatais, além de uma possível taxação das grandes fortunas, para o setor. “Sabemos que a questão do financiamento é muito complexa. Mas estamos ao lado das entidades de educação para que consigamos a aprovação dos 10% do PIB, e, assim, alcançar as metas”, afirma.

Antigo PNE x Novo PNE

O primeiro Plano Nacional de Educação, que vigorou de 2001 a 2010, teve a maioria de suas metas descumpridas. “Houve erros no antigo plano e esses erros não se repetirão no novo. O regime de colaboração entre estados, municípios e governo federal não funcionou e, pior que isso, o valor do financiamento foi vetado pelo governo, o que impossibilitou o cumprimento das metas. O novo plano já saiu do governo com o aval de 7% do PIB, o que é um ganho para a educação brasileira. E, para garantir o envolvimento das prefeituras e governos estaduais, tramita na Câmara o PL de Responsabilidade Educacional, que estabelecerá sanções a quem não cumprir as metas”, conta Fátima.

Uma grande diferença entre os dois planos é a abrangência. O primeiro tinha suas metas focadas no Ensino Fundamental, enquanto o segundo aborda toda a formação educacional, desde a creche até a pós-graduação, além de garantir melhorias na formação e no piso salarial de professores.

Expectativas

Segundo a deputada, a aprovação do novo PNE deve acontecer em breve, apesar da grande quantidade de emendas. “A Comissão Especial de Educação e a Comissão de Educação e Cultura trabalham juntas na Câmara para que o projeto caminhe para a aprovação do Senado até o fim do ano”, garante.

Além do envolvimento de toda a área educacional, dos governos e de entidades do setor, espera-se que o novo PNE traga ótimos resultados para a educação e para a sociedade brasileira. “Com o cumprimento das metas e estratégias, o Brasil chegará a um novo patamar de educação. As metas são ambiciosas, mas acredito que com um bom investimento e, principalmente, com mudanças culturais na concepção da educação, o plano poderá ser bem sucedido”, completa Anna Helena.

Fonte: Pró-Menino

O homem é reflexo de seu conhecimento


Fonte: http://www.artigonal.com

As transformações pelas quais a sociedade tem passado, nas últimas décadas, vêm determinando mudanças estruturais profundas e cujos efeitos se manifestam em todos os campos da vida humana, seja nas áreas política, econômica, social, cultural ou ambiental. O acelerado avanço das mudanças científicas e tecnológicas, a geração de novos padrões de produção e organização do trabalho e a constante internacionalização das economias são algumas das dimensões que têm afetado de forma inconteste a nova configuração social da atualidade.

Na educação, surge a necessidade de um projeto pedagógico capaz de atender a estas novas demandas da sociedade que exigem a mudança de postura e práticas sociais, pois, o conhecimento é, sim, o principal fator de inovação disponível ao ser humano. E este não é constituído de verdades estáticas, mas é um processo dinâmico, que emerge da interação social e tem como característica fundamental poder ser manifestado e transferido por meio da comunicação. Assim, a capacidade de aprender, de desenvolver novos padrões de interpretação e de ação, depende da diversidade e da natureza do conhecimento.

Vive-se, hoje, um tempo histórico que se caracteriza como sociedade do conhecimento, dado o papel central que o conhecimento detém na estrutura social e, conseqüentemente, traduzido na área de Educação. A Sociedade do Conhecimento está em construção e obriga, inequivocamente, à melhoria da qualidade da educação fundamental, no que diz respeito à criação, à iniciativa, à responsabilidade social e ao exercício da cidadania. É crescente, portanto, a importância social da Escola, como responsável pela disseminação do conhecimento.

A Escola é parte integrante e inseparável dos fenômenos que compõem a totalidade social, não podendo, portanto, ser pensada como autônoma e independente da realidade histórico-social da qual é parte.

A função social da escola tem se modificado ao longo dos anos e conforme as necessidades de cada época, sociedade e cultura, a partir das quais são criados formas diferenciadas de educação e de escolarização, e o conhecimento que vai sendo transmitido muitas vezes expressa estas necessidades. Se antes era necessário educar, instruir e socializar, hoje se faz mister ampliar essa educação, moderar essa instrução e socializar informação e conhecimento. A Escola torna-se responsável pela promoção do desenvolvimento do cidadão, no sentido pleno da palavra. Então, cabe a ela definir-se pelo tipo de cidadão que deseja formar, de acordo com a sua visão de sociedade. Cabe-lhe também a incumbência de definir as mudanças que julga necessário fazer nessa sociedade, através das mãos do cidadão que irá formar. Frente a tais circunstâncias, surge com maior ênfase a necessidade da Escola estar repensando sua forma de atuação, desde a organização hierárquica, até sua gestão e forma de ensinar, para estar se adequando à função social necessária nos dias atuais. Na atual conjuntura, o sistema educacional (principalmente no ensino público) enfrenta sérios problemas, no que diz respeito ao seguimento de regras e da indisciplina por parte dos alunos. Fugindo de uma educação escravizante e subserviente, hoje, na escola, os problemas de desordem e transgressão de limites são constantes, podendo dizer que caminhamos de um extremo a outro.

No intuito de trazer uma contribuição moderna para uma discussão contemporânea, é pertinente, neste contexto, colocar em pauta o pensamento do filósofo alemão, do século XVIII, Immanuel Kant. Para Kant, homem é a única criatura que precisa ser educada, diferentemente dos outros animais que, logo que começam a sentir suas forças (graças a um impulso instintivo) usam-nas da maneira mais conveniente.

Kant sempre atribuiu grande importância à pedagogia e segundo ele, a pedagogia é o problema mais árduo e grave que o homem pode propor-se. Antes de qualquer coisa, deve-se considerar que a educação está estreitamente ligada à formação moral. Desse modo, educar moralmente uma criança é despertar a consciência da lei moral que está dentro dela mesma. Somente assim é afirmado que, no futuro, ela tenha a possibilidade de ser um sujeito autônomo e moral.

A educação do homem fez parte das grandes preocupações de Kant, que para ele, os homens só poderiam ser felizes na medida em que se tornassem morais e sábios, o que somente seria possível por meio da educação. O filósofo então define o homem filosoficamente pela necessidade da educação, ou seja, para que o homem se distinga das demais criaturas,  é preciso que adquira aquilo que moralmente o torna homem, a educação.

A tendência do ser humano é estar sempre transpondo limites e desfrutando de todas as qualidades naturais que por excelência pertencem à humanidade e, por isso têm necessidade de utilizar-se de sua razão, sua liberdade. Uma vez que, o homem só age moralmente porque é livre, porque a razão é quem vai determinar a conduta, não havendo forças exteriores, mas sim uma consciência moral indicando que o indivíduo tem que agir de tal maneira para garantir a ordem universal na convivência humana.

A educação é o motor propulsor para o progresso histórico e o desenvolvimento histórico-social, na medida em que a destinação natural do homem não decide a sua essência, e por isso se faz necessário que seja educado não um indivíduo de forma isolada, mas tendo em vista a humanidade de maneira global, educando-se a espécie e não um homem no singular, realizando-se um processo contínuo, a logo prazo, que deve ser transmitido de geração a geração. Educar implica em civilizar, atividade imprescindível à condição humana e, somente dispondo de um sistema educacional adequado é que se pode pensar em progresso universal, pois a educação é que livra os homens do espírito servil, uma vez que a ignorância é companheira da escravidão. Através desse processo emancipatório, homem então se torna o autor de seu destino, sendo o único responsável por sua história, não devendo atribuir a qualquer outra fonte, a sua destinação.

Daí a necessidade de instruir o homem, para que este seja capaz de um convívio social, conduzido à maioridade por meio da educação, tornando-o capaz de pensar e decidir sozinho, agindo agora não por inclinações externas, mas por sua razão que adquiriu uma formação moral no decorrer do processo educativo convivência humana.

A escola é uma instituição social com objetivo explícito: o desenvolvimento das potencialidades físicas, cognitivas e afetivas dos alunos, por meio da aprendizagem dos conteúdos (conhecimentos, habilidades, procedimentos, atitudes, e valores) que, aliás, deve acontecer de maneira contextualizada desenvolvendo nos discentes a capacidade de tornarem-se cidadãos participativos na sociedade em que vivem.

No tocante a busca do conhecimento destaca-se Paulo Freire, um educador brasileiro que nasceu em 19 de setembro de 1921 em Recife e destacou-se por seu trabalho na área da educação popular. Dizia Freire, “que a escola não distribui poder, mas constrói saber que é poder. Não mudamos a história sem conhecimentos, mas temos que educar o conhecimento para que possamos interferir no mercado como sujeitos, não como objeto“.

O papel da escola consiste em colocar o conhecimento nas mãos dos excluídos de forma crítica, porque, a pobreza política produz pobreza econômica. “Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo”. Ao oferecer ao indivíduo a possibilidade de viver em sociedade, a natureza o coloca numa situação sem volta. O progresso passa a levar tal indivíduo a uma direção em que a finalidade será o desenvolvimento de suas disposições. O Estado deve colaborar para isso e na medida em que não o fizer, impedirá seu próprio crescimento e desenvolvimento. Por isso, a escola precisa reencontrar o caminho,  precisa se rearticular com a sociedade civil, pois, educar não pode ser mais apenas tarefa do/a professor/a, mas de toda a sociedade. A escola tem que ser pensada e repensada com uma visão do todo. A aprendizagem só faz sentido se ligada ao processo da vida. O aluno precisa se construir como cidadão, dentro das novas perspectivas que a ambigüidade da globalização nos permite. Num processo inter, trans e multidisciplinar somos chamados a construir e a reconstruir a partir de novas experiências, mais humanas e solidárias. Por isso, a aprendizagem deve se voltar para a realidade, para a dimensão do local dentro de uma perspectiva sempre mais global.

A educação precisa estar prenhe de uma ética universal de princípios gerais de organização de uma sociedade justa, fraterna e solidária. Uma ética preocupada em identificar os princípios de uma vida que proporcione harmonia e um profundo sentido humano que respeite e valorize as diferenças e, no entanto, garanta o pleno desenvolvimento da vida humana, animal e vegetal no planeta todo. Trata-se de uma ética que transcenda a moral, que vai além. A eticidade da educação compreende um processo aberto e de construção e reconstrução do conhecimento diante das necessidades que a vida humana universal e seu ambiente determinarem, superando, assim, os determinismos do cognitivismo do paradigma da consciência. Trata-se de uma eticidade implícita em todo o processo educativo, seja ele formal ou informal. Da mais tenra idade até o fim da vida, todo o processo de aprendizagem e construção do conhecimento traz no seio de sua realização um desenvolvimento humano ético preocupado com a universalidade da vida de todos os seres humanos. Esta ética pergunta constantemente sobre como devemos agir, sobre as normas e conjunto de valores sem implicar em nenhum prejuízo para nenhum ser humano e para nenhuma vida necessária para o bem estar de toda a humanidade.

Conforme Paulo Freire (1995, p. 59), “(Pedagogia Libertadora…) uma sociedade desafiada pela globalização da economia, pela fome, pela pobreza, pelo tradicionalismo, pela modernidade e até pós-modernidade, pelo autoritarismo, pela democracia, pela violência, pela impunidade, pelo cinismo, pela apatia, pela desesperança, mas também pela esperança”. É nessa realidade que se encontra a educação popular e o desafio da formação de uma cultura político-democrática e cidadã das classes populares. A Educação Popular visa a formação de sujeitos com conhecimento e consciência cidadã.”A conscientização é uma das fundamentais tarefas de uma educação realmente libertadora e por isso respeitadora do homem como pessoa”.

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