conscientização

Esta categoria contém 5 posts

Diagnóstico sobre a Cultura da Doação e a Mobilização de Recursos no Brasil


Bom dia pessoal!

Passando hoje para compartilhar com vocês um Ebook elaborado em parceria pela Mobiliza, ABCR e o Instituto Arapyaú, cujo temas principais são a Cultura da Doação e a Mobilização de Recursos no Brasil.

O principal objetivo deste relatório é apoiar pessoas e organizações que pretendem fomentar a cultura filantrópica no país.

Vocês terão a oportunidade de observarem pesquisas, entrevistas, gráficos, informações relevantes para o bom entendimento do assunto.

No estudo, são identificados cinco grandes campos de intervenção que a Mobiliza Consultoria indica que é preciso atuar: doadores; infraestrutura; OSCs; cultura de doação; e ambiente regulatório. Para tanto, são sugeridas algumas estratégias como fomento ao conhecimento sobre o setor; fortalecer a representação das OSCs; ampliar a capacidade das OSCs em captação de recursos, comunicação e transparência; segurança regulatória, simplificação e ampliação dos benefícios fiscais para doação; e cultura de doação e novas narrativas para a filantropia.

Para terem acesso ao conteúdo completo deste estudo, favor clicar aqui.

Uma ótima leitura a todos e boas reflexões sobre o tema!


Programa de Treinamento Alavanca Social e Instituto Sabedoria

Faça a pré-inscrição!


Palestras Acadêmicas

Programa de palestras gratuitas em Instituições de Ensino!


R2 Creative

Criação de Apresentações Profissionais, Pessoais e Acadêmicas!

A imagem e comunicação de sua Organização ou carreira em destaque!


A educação no Brasil


Olá pessoal!

Quero compartilhar com vocês um artigo do site http://brasilescola.uol.com.br/.

Antes de inserir o conteúdo do artigo gostaria de expressar meus agradecimentos pessoais a Deus que me permitiu dar a minha contribuição na área de ensino através da minha experiência, conhecimentos, estudos e vivências com pessoas e instituições.

O artigo fala sobre a importância de, apesar de estar evoluindo (tudo evolui, mesmo que a pequenos passos), são necessárias mudanças e atitudes capazes de transformar a educação no Brasil como forma de modificar o meio, sendo ações de preparação, planejamento e realização importantes para a implantação de um plano mais moderno para país, a fim de que as próximas gerações possam estar preparados para uma nova realidade.

Como já dizia o eterno mestre Paulo Freire:

Transformar o Mundo: “Se, na verdade, não estou no mundo para simplesmente a ele me adaptar, mas para transformá-lo; se não é possível mudá-lo sem um certo sonho ou projeto de mundo, devo usar toda possibilidade que tenha para não apenas falar de minha utopia, mas participar de práticas com ela coerentes.”

 Espero que gostem do artigo! Leia a seguir:

Espera-se que a educação no Brasil resolva, sozinha, os problemas sociais do país. No entanto, é preciso primeiro melhorar a formação dos docentes, visto que o desenvolvimento dos professores implica no desenvolvimento dos alunos e da escola.

Ao propor uma reflexão sobre a educação brasileira, vale lembrar que só em meados do século XX o processo de expansão da escolarização básica no país começou, e que o seu crescimento, em termos de rede pública de ensino, se deu no fim dos anos 1970 e início dos anos 1980.

Com isso posto, podemos nos voltar aos dados nacionais:

O Brasil ocupa o 53º lugar em educação, entre 65 países avaliados (PISA). Mesmo com o programa social que incentivou a matrícula de 98% de crianças entre 6 e 12 anos, 731 mil crianças ainda estão fora da escola (IBGE). O analfabetismo funcional de pessoas entre 15 e 64 anos foi registrado em 28% no ano de 2009 (IBOPE); 34% dos alunos que chegam ao 5º ano de escolarização ainda não conseguem ler (Todos pela Educação); 20% dos jovens que concluem o ensino fundamental, e que moram nas grandes cidades, não dominam o uso da leitura e da escrita (Todos pela Educação). Professores recebem menos que o piso salarial (et. al., na mídia).

Frente aos dados, muitos podem se tornar críticos e até se indagar com questões a respeito dos avanços, concluindo que “se a sociedade muda, a escola só poderia evoluir com ela!”. Talvez o bom senso sugerisse pensarmos dessa forma. Entretanto, podemos notar que a evolução da sociedade, de certo modo, faz com que a escola se adapte para uma vida moderna, mas de maneira defensiva, tardia, sem garantir a elevação do nível da educação.

Logo, agora não mais pelo bom senso e sim pelo costume, a “culpa” tenderia a cair sobre o profissional docente. Dessa forma, os professores se tornam alvos ou ficam no fogo cruzado de muitas esperanças sociais e políticas em crise nos dias atuais. As críticas externas ao sistema educacional cobram dos professores cada vez mais trabalho, como se a educação, sozinha, tivesse que resolver todos os problemas sociais.

Já sabemos que não basta, como se pensou nos anos 1950 e 1960, dotar professores de livros e novos materiais pedagógicos. O fato é que a qualidade da educação está fortemente aliada à qualidade da formação dos professores. Outro fato é que o que o professor pensa sobre o ensino determina o que o professor faz quando ensina.

O desenvolvimento dos professores é uma precondição para o desenvolvimento da escola e, em geral, a experiência demonstra que os docentes são maus executores das ideias dos outros. Nenhuma reforma, inovação ou transformação – como queira chamar – perdura sem o docente.

É preciso abandonar a crença de que as atitudes dos professores só se modificam na medida em que os docentes percebem resultados positivos na aprendizagem dos alunos. Para uma mudança efetiva de crença e de atitude, caberia considerar os professores como sujeitos. Sujeitos que, em atividade profissional, são levados a se envolver em situações formais de aprendizagem.

Mudanças profundas só acontecerão quando a formação dos professores deixar de ser um processo de atualização, feita de cima para baixo, e se converter em um verdadeiro processo de aprendizagem, como um ganho individual e coletivo, e não como uma agressão.

Certamente, os professores não podem ser tomados como atores únicos nesse cenário. Podemos concordar que tal situação também é resultado de pouco engajamento e pressão por parte da população como um todo, que contribui à lentidão. Ainda sem citar o corporativismo das instâncias responsáveis pela gestão – não só do sistema de ensino, mas também das unidades escolares – e também os muitos de nossos contemporâneos que pensam, sem ousar dizer em voz alta, “que se todos fossem instruídos, quem varreria as ruas?”; ou que não veem problema “em dispensar a todos das formações de alto nível, quando os empregos disponíveis não as exigem”.

Enquanto isso, nós continuamos longe de atingir a meta de alfabetizar todas as crianças até os 8 anos de idade e carregando o fardo de um baixo desempenho no IDEB. Com o índice de aprovação na média de 0 a 10, os estudantes brasileiros tiveram a pontuação de 4,6 em 2009. A meta do país é de chegar a 6 em 2022.

Eliane da Costa Bruini
Colaboradora Brasil Escola
Graduada em Pedagogia
Pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo – UNISAL

 

Conheça e acompanhe o Mundial da Educação!


 mapa da educação brasil

Olá pessoal! É com alegria que compartilhamos notícia sobre o Mundial da Educação, muito importante para novas iniciativas pelo Brasil! Acompanhe um resumo da notícia, publicada no site do Faça Parte e Centro de Voluntariado São Paulo.

Mundial da Educação lança mapa colaborativo de atividades educativas

Lançamos esta semana o mapa do movimento Mundial da Educação.

A plataforma aberta vai agregar intervenções e ações educativas realizadas nas cidades-sede da Copa do Mundo durante todo ano de 2014.

A proposta é que o mapa sirva como um grande repertório de atividades que podem ser desenvolvidas nos espaços da cidade. Além disso, a ferramenta foi pensada para facilitar o intercâmbio de informações, de forma a estimular a replicação de iniciativas em diversos lugares.

Qualquer pessoa, escola ou organização pode inserir sua atividade educativa. Basta fazer o login através do Facebook ou do Google. A partir disso, seleciona-se o local da atividade e um formulário aparece na tela, para que sejam compartilhadas as informações a respeito da ação. As atividades cadastradas no mapa do Mundial da Educação também serão comunicadas através dos canais Catraca Livre, com mais de 6 milhões de acessos únicos mensais.

Para estimular a realização dessas intervenções, o Mundial da Educação lança mensalmente convocação temáticas com dicas e sugestões de atividades que podem ser realizadas nos espaços das cidades.

O material da primeira convocação, sobre uso das praças, foi baixado mais de 70 vezes.

A segunda convocação, com o tema futebol, foi lançada esta semana e pode ser conferida aqui: http://bit.ly/convocacaofutebol

Siga o Mundial nas redes sociais:

Homepage | Facebook | Instagram

Mundial da Educação | Junho.2014

Para falar com a gente, escreva para: 
ola@mundialdaeducacao.org.br

Mundo precisa de 2 milhões de professores para atingir Metas do Milênio


Alerta foi feito pela Unesco

10.10.2011 | Rádio ONU (imagem: geografiaeescola.blogspot.com)

Fonte: http://www.portalodm.com.br/

No mês em que as nações do mundo comemoram o Dia dos Professores, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) faz um alerta sobre a escassez de profissionais. De acordo com a agência da ONU, para atingir as Metas do Milênio sobre educação universal, serão precisos mais 2 milhões de docentes nas salas de aula de todo o mundo.

Segundo a Unesco, em escolas primárias, mais de seis em cada 10 docentes são mulheres. Em alguns países este número pode chegar a 90%. Para a diretora-geral da agência, Irina Bokova, é preciso formular políticas que capacitem mulheres e homens para o ensino primário.

Em comunicado, a Unesco afirmou que a escassez não ocorre somente nos países em desenvolvimento, mas também em nações desenvolvidas como Estados Unidos, Espanha, Itália e Suécia.

O caso mais grave de falta de mestres é o da África Subsaariana, que demanda mais de 1 milhão de profissionais. Em seguida vem os países árabes com falta de 243 mil professores. A América Latina concentra apenas 11% da escassez total de docentes.

As estimativas da Unesco, no entanto, não levam em conta professores que estejam fora do trabalho por causa de licença médica ou mudança na carreira. Se forem analisados estes casos, o número subiria para mais de 6 milhões entre 2009 e 2015.

> Conheça aqui indicadores relacionados à Educação em seu município

O homem é reflexo de seu conhecimento


Fonte: http://www.artigonal.com

As transformações pelas quais a sociedade tem passado, nas últimas décadas, vêm determinando mudanças estruturais profundas e cujos efeitos se manifestam em todos os campos da vida humana, seja nas áreas política, econômica, social, cultural ou ambiental. O acelerado avanço das mudanças científicas e tecnológicas, a geração de novos padrões de produção e organização do trabalho e a constante internacionalização das economias são algumas das dimensões que têm afetado de forma inconteste a nova configuração social da atualidade.

Na educação, surge a necessidade de um projeto pedagógico capaz de atender a estas novas demandas da sociedade que exigem a mudança de postura e práticas sociais, pois, o conhecimento é, sim, o principal fator de inovação disponível ao ser humano. E este não é constituído de verdades estáticas, mas é um processo dinâmico, que emerge da interação social e tem como característica fundamental poder ser manifestado e transferido por meio da comunicação. Assim, a capacidade de aprender, de desenvolver novos padrões de interpretação e de ação, depende da diversidade e da natureza do conhecimento.

Vive-se, hoje, um tempo histórico que se caracteriza como sociedade do conhecimento, dado o papel central que o conhecimento detém na estrutura social e, conseqüentemente, traduzido na área de Educação. A Sociedade do Conhecimento está em construção e obriga, inequivocamente, à melhoria da qualidade da educação fundamental, no que diz respeito à criação, à iniciativa, à responsabilidade social e ao exercício da cidadania. É crescente, portanto, a importância social da Escola, como responsável pela disseminação do conhecimento.

A Escola é parte integrante e inseparável dos fenômenos que compõem a totalidade social, não podendo, portanto, ser pensada como autônoma e independente da realidade histórico-social da qual é parte.

A função social da escola tem se modificado ao longo dos anos e conforme as necessidades de cada época, sociedade e cultura, a partir das quais são criados formas diferenciadas de educação e de escolarização, e o conhecimento que vai sendo transmitido muitas vezes expressa estas necessidades. Se antes era necessário educar, instruir e socializar, hoje se faz mister ampliar essa educação, moderar essa instrução e socializar informação e conhecimento. A Escola torna-se responsável pela promoção do desenvolvimento do cidadão, no sentido pleno da palavra. Então, cabe a ela definir-se pelo tipo de cidadão que deseja formar, de acordo com a sua visão de sociedade. Cabe-lhe também a incumbência de definir as mudanças que julga necessário fazer nessa sociedade, através das mãos do cidadão que irá formar. Frente a tais circunstâncias, surge com maior ênfase a necessidade da Escola estar repensando sua forma de atuação, desde a organização hierárquica, até sua gestão e forma de ensinar, para estar se adequando à função social necessária nos dias atuais. Na atual conjuntura, o sistema educacional (principalmente no ensino público) enfrenta sérios problemas, no que diz respeito ao seguimento de regras e da indisciplina por parte dos alunos. Fugindo de uma educação escravizante e subserviente, hoje, na escola, os problemas de desordem e transgressão de limites são constantes, podendo dizer que caminhamos de um extremo a outro.

No intuito de trazer uma contribuição moderna para uma discussão contemporânea, é pertinente, neste contexto, colocar em pauta o pensamento do filósofo alemão, do século XVIII, Immanuel Kant. Para Kant, homem é a única criatura que precisa ser educada, diferentemente dos outros animais que, logo que começam a sentir suas forças (graças a um impulso instintivo) usam-nas da maneira mais conveniente.

Kant sempre atribuiu grande importância à pedagogia e segundo ele, a pedagogia é o problema mais árduo e grave que o homem pode propor-se. Antes de qualquer coisa, deve-se considerar que a educação está estreitamente ligada à formação moral. Desse modo, educar moralmente uma criança é despertar a consciência da lei moral que está dentro dela mesma. Somente assim é afirmado que, no futuro, ela tenha a possibilidade de ser um sujeito autônomo e moral.

A educação do homem fez parte das grandes preocupações de Kant, que para ele, os homens só poderiam ser felizes na medida em que se tornassem morais e sábios, o que somente seria possível por meio da educação. O filósofo então define o homem filosoficamente pela necessidade da educação, ou seja, para que o homem se distinga das demais criaturas,  é preciso que adquira aquilo que moralmente o torna homem, a educação.

A tendência do ser humano é estar sempre transpondo limites e desfrutando de todas as qualidades naturais que por excelência pertencem à humanidade e, por isso têm necessidade de utilizar-se de sua razão, sua liberdade. Uma vez que, o homem só age moralmente porque é livre, porque a razão é quem vai determinar a conduta, não havendo forças exteriores, mas sim uma consciência moral indicando que o indivíduo tem que agir de tal maneira para garantir a ordem universal na convivência humana.

A educação é o motor propulsor para o progresso histórico e o desenvolvimento histórico-social, na medida em que a destinação natural do homem não decide a sua essência, e por isso se faz necessário que seja educado não um indivíduo de forma isolada, mas tendo em vista a humanidade de maneira global, educando-se a espécie e não um homem no singular, realizando-se um processo contínuo, a logo prazo, que deve ser transmitido de geração a geração. Educar implica em civilizar, atividade imprescindível à condição humana e, somente dispondo de um sistema educacional adequado é que se pode pensar em progresso universal, pois a educação é que livra os homens do espírito servil, uma vez que a ignorância é companheira da escravidão. Através desse processo emancipatório, homem então se torna o autor de seu destino, sendo o único responsável por sua história, não devendo atribuir a qualquer outra fonte, a sua destinação.

Daí a necessidade de instruir o homem, para que este seja capaz de um convívio social, conduzido à maioridade por meio da educação, tornando-o capaz de pensar e decidir sozinho, agindo agora não por inclinações externas, mas por sua razão que adquiriu uma formação moral no decorrer do processo educativo convivência humana.

A escola é uma instituição social com objetivo explícito: o desenvolvimento das potencialidades físicas, cognitivas e afetivas dos alunos, por meio da aprendizagem dos conteúdos (conhecimentos, habilidades, procedimentos, atitudes, e valores) que, aliás, deve acontecer de maneira contextualizada desenvolvendo nos discentes a capacidade de tornarem-se cidadãos participativos na sociedade em que vivem.

No tocante a busca do conhecimento destaca-se Paulo Freire, um educador brasileiro que nasceu em 19 de setembro de 1921 em Recife e destacou-se por seu trabalho na área da educação popular. Dizia Freire, “que a escola não distribui poder, mas constrói saber que é poder. Não mudamos a história sem conhecimentos, mas temos que educar o conhecimento para que possamos interferir no mercado como sujeitos, não como objeto“.

O papel da escola consiste em colocar o conhecimento nas mãos dos excluídos de forma crítica, porque, a pobreza política produz pobreza econômica. “Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo”. Ao oferecer ao indivíduo a possibilidade de viver em sociedade, a natureza o coloca numa situação sem volta. O progresso passa a levar tal indivíduo a uma direção em que a finalidade será o desenvolvimento de suas disposições. O Estado deve colaborar para isso e na medida em que não o fizer, impedirá seu próprio crescimento e desenvolvimento. Por isso, a escola precisa reencontrar o caminho,  precisa se rearticular com a sociedade civil, pois, educar não pode ser mais apenas tarefa do/a professor/a, mas de toda a sociedade. A escola tem que ser pensada e repensada com uma visão do todo. A aprendizagem só faz sentido se ligada ao processo da vida. O aluno precisa se construir como cidadão, dentro das novas perspectivas que a ambigüidade da globalização nos permite. Num processo inter, trans e multidisciplinar somos chamados a construir e a reconstruir a partir de novas experiências, mais humanas e solidárias. Por isso, a aprendizagem deve se voltar para a realidade, para a dimensão do local dentro de uma perspectiva sempre mais global.

A educação precisa estar prenhe de uma ética universal de princípios gerais de organização de uma sociedade justa, fraterna e solidária. Uma ética preocupada em identificar os princípios de uma vida que proporcione harmonia e um profundo sentido humano que respeite e valorize as diferenças e, no entanto, garanta o pleno desenvolvimento da vida humana, animal e vegetal no planeta todo. Trata-se de uma ética que transcenda a moral, que vai além. A eticidade da educação compreende um processo aberto e de construção e reconstrução do conhecimento diante das necessidades que a vida humana universal e seu ambiente determinarem, superando, assim, os determinismos do cognitivismo do paradigma da consciência. Trata-se de uma eticidade implícita em todo o processo educativo, seja ele formal ou informal. Da mais tenra idade até o fim da vida, todo o processo de aprendizagem e construção do conhecimento traz no seio de sua realização um desenvolvimento humano ético preocupado com a universalidade da vida de todos os seres humanos. Esta ética pergunta constantemente sobre como devemos agir, sobre as normas e conjunto de valores sem implicar em nenhum prejuízo para nenhum ser humano e para nenhuma vida necessária para o bem estar de toda a humanidade.

Conforme Paulo Freire (1995, p. 59), “(Pedagogia Libertadora…) uma sociedade desafiada pela globalização da economia, pela fome, pela pobreza, pelo tradicionalismo, pela modernidade e até pós-modernidade, pelo autoritarismo, pela democracia, pela violência, pela impunidade, pelo cinismo, pela apatia, pela desesperança, mas também pela esperança”. É nessa realidade que se encontra a educação popular e o desafio da formação de uma cultura político-democrática e cidadã das classes populares. A Educação Popular visa a formação de sujeitos com conhecimento e consciência cidadã.”A conscientização é uma das fundamentais tarefas de uma educação realmente libertadora e por isso respeitadora do homem como pessoa”.

Follow Instituto Sabedoria on WordPress.com

Digite seu e-mail e receba em primeira mão todos os assuntos postados em nossa página!

Junte-se a 76 outros seguidores

OPORTUNIDADE INCRÍVEL! JIVOCHAT: A SOLUÇÃO PARA ATRAIR CLIENTES E PARCEIROS

RENDA EXTRA AFILIADOS JIVOCHAT

Sistema PagSeguro

Sobre o Site

Este site é dedicado a oferecer informações e opções de ensino através das modalidades "Cursos Livres de Curta Duração, Cursos de Extensão e In Company e tem como principal objetivo capacitar a todos os envolvidos.

Páginas

%d blogueiros gostam disto: