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(Série Inovação) Inspirado na Escola da Ponte, projeto forma educadores para serem mediadores


Bom dia pessoal! Saudações a todos!

Passando hoje para compartilhar com vocês um modelo de ensino que iniciou-se na Europa e hoje é referência mundial. Falo da Escola da Ponte, uma instituição pública de ensino localizada em Portugal, no distrito do Porto, e dirigida pelo educador, especialista em música e em leitura e escrita, José Pacheco. Lá, os alunos não são divididos em classes nem em anos de escolaridade. Lá Portadores de necessidades especiais dividem o espaço com os outros alunos, sendo a biblioteca o local central da escola. Cada aluno e a maioria dos orientadores educativos são responsáveis por algum aspecto do funcionamento da escola e estes últimos acompanham todos os educandos e trabalham para que conquistem sua autonomia, compreendendo o porquê e o para quê estudar.

O artigo a seguir foi uma iniciativa da PORVIR, projeto que trabalha forte a inovação na educação.

Boa leitura e inovações!

Inspirado na Escola da Ponte, projeto forma educadores para serem mediadores

Iniciativa da empresa EcoHabitare Projetos com abordagem pedagógica do português José Pacheco é ponto de partida para criação de núcleos da Rede Gaia Escola.

Com 43 núcleos criados, 106 pessoas formadas e outras 150 em processo de “transformação”, começa a se estruturar no Brasil a Rede Gaia Escola.

O projeto une, prepara e apoia educadores interessados em fazer a transição do modelo tradicional de transmissão de conhecimentos para a prática da mediação educativa, que incentiva a aprendizagem pelo desenvolvimento de projetos. O trabalho da empresa EcoHabitare Projetos tem abordagem pedagógica do educador José Pacheco, idealizador e ex-diretor da Escola da Ponte em Portugal, e conta com a experiência na área ambiental da arquiteta Cláudia Passos Sant’Anna.

“O objetivo é agregar pessoas incomodadas com o sistema, que vêem a educação como caminho para a mudança e que estejam dispostas a se ressignificar como pessoas e como profissionais.

Pacheco promoveu, a partir da segunda metade dos anos 1970, grandes mudanças na Escola da Ponte
ao acabar com classes, séries e disciplinas e desenvolver a aprendizagem a partir da motivação dos estudantes. Eles passaram a formar grupos para aprender temas de interesse comum, de forma autônoma.  Ao final, apresentam os resultados e avisam quando podem ser avaliados.

Segundo José Pacheco, a educação sustentável e de qualidade, um dos 17 ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da ONU (Organização das Nações Unidas), não pode ser concretizada com a escola atual, que segue o paradigma da instrução. “A Gaia Escola parte das necessidades, desejos e sonhos dos educadores, para que eles, da mesma forma, isomorficamente, façam o mesmo com seus jovens educandos. O educador não deve preparar projetos. Ele deve construir projetos com os outros a partir das necessidades”, explica Pacheco. O professor cita três dimensões curriculares: o currículo subjetivo, em que cada pessoa aprende com o objetivo de desenvolver competências, talentos e ter realização pessoal; problemas da comunidade, com pesquisa e conhecimento a serviço do local; e
consciência planetária, referência maior da Gaia, segundo Pacheco, que é a construção de projetos que visam a sustentabilidade das pessoas, da comunidade e do planeta.

Os Núcleos de Projetos de Transformação da Rede Gaia Escola, como são chamados, podem estar ligados a escolas públicas, particulares ou a comunidades. Há iniciativas em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina, Mato Grosso, Ceará, Amazonas, Bahia e no Distrito Federal. Entre os envolvidos há professores, educadores e pais.


A formação da Rede Gaia Escola envolve quatro camadas, de acordo Claudia. A primeira é a de pessoas dispostas a passar de um mundo antigo para o novo mundo da educação, tendo como referência  projetos como a Escola da Ponte, o Projeto Âncora e a Escola Amorim Lima, as duas últimas em São Paulo.

A segunda camada envolve a criação das chamadas Comunidades de Aprendizagem, em que os indivíduos se encontram e compartilham o mesmo propósito, de implantar uma nova forma de educação num determinado território. Eles passam por uma formação, conhecida na EcoHabitare Projetos como “transformação”, momento em que começam a se relacionar dentro do novo contexto. A equipe da empresa promove encontros presenciais e faz acompanhamento virtual.

Os encontros presenciais incluem a discussão de objetivos comuns, de valores e de acordos de convivência e a criação de uma carta de princípios. Há dinâmicas de relacionamento e de desenvolvimento da escuta empática. “Mexe com as estruturas de poder, com os egos, com
a estrutura de pseudosegurança das pessoas. Elas começam a ter dispositivos para desenvolver o socioemocional”, diz Cláudia.

A terceira camada é a da criação de núcleos, quando os educadores voltam para seus locais de origem e se constituem em Núcleos de Projetos de Transformação. Lá, identificam ao menos duas ou três
outras pessoas interessadas em passar pelo processo. Assim, ampliam a comunidade e começam a prática com o novo grupo.

A quarta e última camada é a formação de uma rede pelo conjunto de núcleos. A ideia é que os grupos se relacionem localmente e também com as outras comunidades. Dentro da rede, eles se apoiam de acordo com as necessidades que aparecem, como suporte jurídico, formas de lidar com secretarias de educação, entre outras. A EcoHabitare Projetos oferece suporte durante todo o processo, segundo Cláudia, mas incentiva o desenvolvimento autônomo dos participantes.

O processo de mudança é lento e contraditório, de acordo com Pacheco, com uma transformação da cultura pessoal e profissional. “Temos que respeitar o ritmo de cada um. Desenvolvemos práticas
para passar da competência para a ética. Se o modo que trabalha não garante uma educação para todos, não pode continuar a trabalhar.
 Nestas comunidades acontece um processo de transformação, para que as competências de cada um possam garantir uma educação integral, que contemple a parte afetiva, emocional, ética, espiritual e etc”, diz Pacheco.

A Gaia Escola Inkiri Piracanga, na Península de Maraú, no litoral baiano, foi um dos primeiros núcleos criados. “Os educadores locais já faziam um trabalho de forma intuitiva, mas queriam aperfeiçoar o processo pedagógico”, afirma Cláudia. Agora, as crianças continuam aprendendo dentro da comunidade, mas são acompanhadas por uma escola formal, em que estão matriculadas. Com isso, têm direito a histórico escolar mesmo com uma trajetória educacional diferente da tradicional. No momento, a empresa desenvolve um protótipo de indicadores de processos e resultados com os núcleos já formados. “Queremos validar o que estamos construindo, para depois ampliar”, diz Cláudia.

O estudo vai aferir o que cada grupo atingiu em três ciclos: iniciação, transição e desenvolvimento. “Isso ajuda a perceber gargalos que dificultam o processo, mesmo que já saibamos quais são empiricamente.” Os indicadores também incluirão parâmetros, como sustentabilidade, articulação, metodologias, gestão e currículo. De acordo com a educadora, essas informações devem facilitar o diálogo com o poder público, “que precisa de dados quantitativos e qualitativos.


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Série Captação de Recursos – Sistema brasileiro de incentivo fiscal à doação ainda é complexo e ineficiente


Fonte: http://gife.org.br/

A Charities Aid Foundation (CAF) – organização internacional da sociedade civil – acaba de lançar o estudo “Donation States”, um relatório sobre as práticas de incentivo fiscal à doação em 26 países, incluindo o Brasil.

A proposta do estudo é verificar como esses incentivos fiscais são oferecidos e como podem desempenhar um papel significativo na hora que uma pessoa decide doar dinheiro para causas beneficentes.

Segundo a análise realizada, o sistema brasileiro de incentivo fiscal à doação ainda é complexo e ineficiente, privilegia causas específicas, só admite doações para projetos pré-selecionados pelo governo e impõe um trabalho bastante burocrático para aqueles que pretendem receber e doar por meio de renúncia fiscal.

O relatório destaca que essas barreiras burocráticas colocadas podem afastar os possíveis doadores, tendo em vista que o esforço que precisam fazer para utilizar os incentivos supera o seu o desejo de fazê-lo. O mesmo ocorre com a complexidade do sistema, que distancia os interessados em doar.

O relatório aponta que, no Brasil, há um “sistema de retalhos” extremamente difícil para os doadores, que precisam entender quais causas são válidas (crianças, idosos, esporte, cultura etc), compreender os processos que variam para cada uma delas (ex: 1% do imposto para projetos voltados a deficientes e 6% para outras causas), o limite total (todas as doações devem somar menos de 8%) e quando eles pretende doar (o limite total cai para 3% se for solicitado no ano fiscal anterior).

Na pesquisa há quatro categorias para classificar os modelos de incentivo fiscal à doação: países igualitários, pragmáticos, transacionais e restritivos. O Brasil está entre um regime restritivo e um transacional, ao lado de China, Egito, Turquia e Rússia. Entre os países mais igualitários estão Canadá, Japão, Irlanda e França.

Clique aqui para acessar o relatório completo (em inglês).

 


Instituto Sabedoria e Alavanca Social preparando e capacitando pessoas e organizações.

 


 

ESPM Social seleciona ONGs da RMSP para consultoria gratuita


Compartilhando de Instituto Filantropia

ONGs da Região Metropolitana de São Paulo interessadas em obter gratuitamente consultoria de marketing, gestão e comunicação podem se inscrever até o dia 16 de agosto, para participar do trabalho da ESPM Social, agência experimental de voluntariado universitário da ESPM. O trabalho é realizado semestralmente por estudantes.

Com a orientação de profissionais do mercado, os estudantes analisam a estrutura da organização a fim de apresentar um diagnóstico para os principais problemas da instituição. Dessa forma, é criado um plano detalhado de ação para ampliar sua visibilidade e gestão, junto a eventuais patrocinadores.

As inscrições devem ser realizadas neste link.

Fonte: Observatório do 3º Setor

Diagnóstico sobre a Cultura da Doação e a Mobilização de Recursos no Brasil


Bom dia pessoal!

Passando hoje para compartilhar com vocês um Ebook elaborado em parceria pela Mobiliza, ABCR e o Instituto Arapyaú, cujo temas principais são a Cultura da Doação e a Mobilização de Recursos no Brasil.

O principal objetivo deste relatório é apoiar pessoas e organizações que pretendem fomentar a cultura filantrópica no país.

Vocês terão a oportunidade de observarem pesquisas, entrevistas, gráficos, informações relevantes para o bom entendimento do assunto.

No estudo, são identificados cinco grandes campos de intervenção que a Mobiliza Consultoria indica que é preciso atuar: doadores; infraestrutura; OSCs; cultura de doação; e ambiente regulatório. Para tanto, são sugeridas algumas estratégias como fomento ao conhecimento sobre o setor; fortalecer a representação das OSCs; ampliar a capacidade das OSCs em captação de recursos, comunicação e transparência; segurança regulatória, simplificação e ampliação dos benefícios fiscais para doação; e cultura de doação e novas narrativas para a filantropia.

Para terem acesso ao conteúdo completo deste estudo, favor clicar aqui.

Uma ótima leitura a todos e boas reflexões sobre o tema!


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Conheça o excelente software de Gestão Organizacional para ONGs e Instituições Religiosas


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Olá pessoal!

Primeiramente desejamos a todos um excelente 2018!

Hoje estamos passando para falar de um Software que surpreende pela facilidade de manuseio, ferramentas, opções e principalmente os resultados que ele oferece.

Falo do Economato, que foi idealizado para que ONGs, Instituições Religiosas e Instituições de Ensino possam controlar o fluxo contábil e financeiro, bem com o colaborar decisivamente para a tomada de decisões, tão importante para a definição de ações que transformam os rumos das organizações.

Fizemos o teste gratuito por 14 dias, através de convite e assessoria da BHBIT, com o auxílio de tutoriais simples, práticos e efetivos, que permitiram um conhecimento de todas as possibilidades que o Software pode oferecer. Realmente muito bom.

Entre diversas vantagens, ele também permite o monitoramento correto de cada projeto ou programa, acompanhamento de orçamentos e correta prestação de contas, demonstrando alto nível de transparência, tornando-se fundamental para que equipes financeiras possam obter resultados mais sólidos.

Sabe-se também que, num mundo globalizado e cada vez mais digital, qualquer deslize ou ação que represente irresponsabilidade, pode afetar diretamente as Instituições na gestão de suas finanças, abalando a reputação da mesma.

O Economato foi concebido com a ideia de atender todos os requisitos necessários para que as organizações possam ter o controle de suas finanças e consequentemente suas ações, permitindo uma gestão mais eficaz e eficiente, dando a tranquilidade necessária para o cumprimento tranquilo de sua missão perante a sociedade.

Com o Economato você terá os seguintes benefícios:

  • Organizar as suas Finanças;
  • Permite o monitoramento de Convênios e Subvenções;
  • Flexibiliza a criação de Orçamentos;
  • Possibilita o acompanhamento do Fluxo de Caixa;
  • Demonstra facilmente o desempenho de seus Projetos;
  • Alocação de recursos e detalhamento de Custos por Projeto;
  • Informações em tempo Real;
  • Lastro permanente de Doações;
  • Tomada de decisão ágil e segura.


Para conhecerem melhor convido a todos vocês a acessarem a plataforma, se cadastrarem, fazerem o teste gratuito por 14 dias e terem a oportunidade de utilizar este excelente software de gestão.

Para acessar a plataforma, favor clicar nos links abaixo:

ONGs                       Instituições Religiosas                    Instituições de Ensino


Economato! Você preparado para o comando  de sua Organização!


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